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Prefeitura de Rio Branco inicia Semana da Amazônia com formação para educadores ambientais

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A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, deu início nesta segunda-feira (1), à programação da Semana da Amazônia 2025. A abertura foi marcada pela formação voltada para os educadores ambientais da secretaria, realizada em parceria com o Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia em Sínteses da Biodiversidade Amazônica (INCT-SinBiAm).

A capacitação segue até o dia 3 de setembro, trazendo conteúdos que abordam a elaboração de projetos, práticas pedagógicas e a importância da biodiversidade amazônica. A ação faz parte de um conjunto de atividades que buscam valorizar a ciência e fortalecer a educação ambiental no município.

A pesquisadora Luane Karoline Fontenele, pesquisadora bolsista do SinBiAm, destacou que a formação é uma oportunidade de aproximar a pesquisa científica do trabalho cotidiano da gestão ambiental municipal.

“Em parceria com a Prefeitura de Rio Branco, estamos promovendo essa formação para que os educadores possam ter acesso a ferramentas que aproximem a ciência do dia a dia das escolas e das comunidades. O objetivo é fortalecer o vínculo entre conhecimento e prática, sempre com foco na Amazônia.”

Semana da Amazonia com formacao para educadores ambientais 4
Semana da Amazônia segue com atividades formativas até o dia 3 de setembro. (Foto: Secom)

A secretária municipal de Meio Ambiente, Flaviane Stedille, ressaltou que a Semana da Amazônia é um momento estratégico para reafirmar o compromisso da gestão com a conservação ambiental.

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“A formação dos nossos educadores ambientais é fundamental para que Rio Branco siga avançando em políticas públicas que valorizam a biodiversidade, a sustentabilidade e a educação. A Semana da Amazônia reflete o empenho da Prefeitura em unir ciência, gestão e sociedade em prol da nossa floresta.”

Para a coordenadora da Escola de Educação Ambiental do Horto Florestal, Luzimar Oliveira, a programação reforça o papel pedagógico da Semeia.

“Essa capacitação fortalece o trabalho que já realizamos diariamente na Escola Ambiental. Ter o apoio de pesquisadores e parceiros amplia nossas práticas e garante que a população de Rio Branco receba informações qualificadas sobre conservação e meio ambiente.”

A Semana da Amazônia segue com atividades formativas até o dia 3 de setembro e contará ainda, no dia 5, com a Mostra Científica “Biodiversidade Amazônica: Compartilhando Saberes”, no Horto Florestal, aberta ao público a partir das 8h30 e, a partir das 16h, o evento músico-cultural Amazônia Viva.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

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Prefeitura de Rio Branco apresenta plano para reorganização e georreferenciamento da Atenção Primária à Saúde

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A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, apresentou nesta segunda-feira (14), o Plano de Implementação, Organização, Execução e Consolidação do Georreferenciamento de Imóveis, Sociocultural e em Saúde do Território da Atenção Primária à Saúde (APS). O documento estabelece diretrizes para reorganizar e aprimorar a distribuição territorial dos serviços de saúde no município, considerando as características de cada região e as necessidades da população.

Com vigência prevista para o período de 2025 a 2028, o plano integra a Política Municipal de Reorganização e Aprimoramento do Território da APS e tem como base o Decreto Municipal nº 160, de 5 de fevereiro de 2026. Entre os principais objetivos está a utilização do georreferenciamento como ferramenta para organizar espacialmente a rede de Atenção Primária, contemplando as Unidades de Saúde da Família (USF), as equipes de Saúde da Família (eSF) e as microáreas de atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS).

Foto de ACS em ação de saúde
Na prática, a iniciativa permitirá identificar com maior precisão a localização dos moradores, dos domicílios, das áreas de maior vulnerabilidade. (Foto: Átilas Moura/Secom)

Na prática, a iniciativa permitirá identificar com maior precisão a localização dos moradores, dos domicílios, das áreas de maior vulnerabilidade e das características específicas de cada território. A proposta é utilizar essas informações para adequar a organização dos serviços à realidade das comunidades, abrangendo regiões urbanas, rurais, periurbanas e ribeirinhas.

Além dos aspectos demográficos e geográficos, o plano considera fatores sociais, econômicos, culturais, de saúde e de segurança, permitindo um diagnóstico mais amplo das necessidades de cada localidade.

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Para Elisangela dos Santos, Agente Comunitária de Saúde (ACS) e chefe da Divisão de Gestão Territorial da Secretaria Municipal de Saúde, o plano representa um avanço na forma de planejar a Atenção Primária a partir da realidade vivenciada pelas equipes nos territórios.

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Para Elisangela dos Santos, o plano representa um avanço na forma de planejar a Atenção Primária. (Foto: Átilas Moura/Secom)

“O território é onde a Atenção Primária realmente acontece. É onde o agente comunitário conhece as famílias, identifica as necessidades e percebe as dificuldades de acesso. Com esse plano, conseguimos transformar esse conhecimento em uma organização mais técnica e mais próxima da realidade de cada comunidade, fortalecendo o trabalho das equipes e melhorando a assistência à população”, destacou.

A metodologia prevista no documento está dividida em três grandes etapas: levantamento e coleta de dados nos territórios; análise das informações e elaboração de croquis e mapas; e, posteriormente, digitalização e processamento dos dados. Todo o processo prevê a participação das equipes das unidades e dos profissionais que atuam diretamente nas comunidades.

Foto de ACS
Outro ponto central do plano é a organização das microáreas dos ACS. (Foto: Átilas Moura/Secom)

Outro ponto central do plano é a organização das microáreas dos ACS. O documento estabelece critérios que consideram não apenas a quantidade de moradores e domicílios, mas também o grau de vulnerabilidade, as condições de acesso e as características específicas de cada território.

Para a definição de locações e realocações dos agentes comunitários, também serão considerados os princípios de proximidade e vínculo territorial, fortalecendo a relação entre profissionais e moradores.

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Para a definição de locações e realocações dos agentes comunitários, também serão considerados os princípios de proximidade e vínculo territorial. (Foto: Átilas Moura/Secom)

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Agentes Comunitários de Saúde, de Endemias, de Zoonoses e Técnicos em ACS e ACE de Rio Branco (STACEZTAERB) participa como instituição colaboradora do plano, que também contou com a contribuição de gestores, trabalhadores da saúde, equipes das unidades e agentes comunitários.

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Para Euderli Freire, ACS e presidente do STACEZTAERB, a construção conjunta é fundamental para garantir que a reorganização territorial considere tanto as necessidades da população quanto as condições de trabalho dos profissionais.

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 “Esse plano nasce também da experiência de quem está todos os dias dentro dos territórios”, afirmou Euderli. (Foto: Átilas Moura/Secom)

“Esse plano nasce também da experiência de quem está todos os dias dentro dos territórios. Não é simplesmente dividir o município em áreas no mapa. É considerar distância, acesso, quantidade de famílias, vulnerabilidades e o vínculo que o ACS constrói com aquela comunidade. Quando gestão e trabalhadores constroem juntos, conseguimos avançar para uma organização mais justa tanto para a população quanto para os profissionais”, afirmou.

O plano prevê uma implementação gradual e progressiva. A Unidade de Saúde da Família Mariano Gonzaga de Oliveira, pertencente ao segmento da URAP Rosângela Pimentel Figueira, na Regional Calafate, foi definida como unidade-piloto para o início dos trabalhos.

A partir dessa experiência, o processo será expandido para outras unidades e territórios da Atenção Primária do município.

Com a iniciativa, a Prefeitura de Rio Branco busca construir uma base territorial mais atualizada e organizada, permitindo que o planejamento da saúde municipal esteja cada vez mais alinhado às características e necessidades de cada comunidade, fortalecendo o vínculo entre as equipes da Atenção Primária e a população.

Leia o plano na íntegra

Para consultar todos os detalhes, critérios, etapas e diretrizes estabelecidos no documento, acesse o Plano de Implementação, Organização, Execução e Consolidação do Georreferenciamento de Imóveis, Sociocultural e em Saúde do Território da Atenção Primária à Saúde (APS) na íntegra:

https://drive.google.com/file/d/11QhR-DgzqYYnoWycustzPPDySGS8CixK/view?usp=sharing

Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

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