O vereador Matheus Paiva utilizou a tribuna da Câmara Municipal para anunciar uma conquista importante para a saúde pública do Acre: a instalação do primeiro ambulatório de dores crônicas do estado, vinculado à Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre).
Segundo Paiva, a medida é resultado direto da audiência pública realizada no dia 15 de agosto, que discutiu a situação dos portadores de fibromialgia. Uma semana após o debate, a presidente da Fundhacre, Soror Steiner, encaminhou ofício ao gabinete do vereador confirmando o atendimento das demandas apresentadas.
O novo ambulatório começou a funcionar no dia 25 de agosto, sob responsabilidade do médico Dr. Atos Muniz, com atendimentos de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h, no Ambulatório do Hospital do Idoso. Inicialmente, serão ofertadas quatro vagas diárias, destinadas a pacientes encaminhados por interconsultas da rede pública.
“O serviço não é apenas uma agenda de consultas, mas sim um espaço de acolhimento e acompanhamento especializado para pacientes que convivem diariamente com dor crônica”, destacou Paiva.
Entre as condições atendidas estão fibromialgia, artrite reumatoide, doenças neurológicas, endometriose, oncologia e outros quadros que exigem tratamento contínuo. O vereador ressaltou ainda a participação da Associação de Fibromiálgicos do Acre (Anfibro) e de outras entidades que lutaram pela implantação do espaço.
Paiva agradeceu à presidência da Fundhacre pelo empenho e reafirmou o compromisso de seguir atuando em defesa de políticas públicas que garantam atenção humanizada, dignidade e qualidade de vida à população. “Essa é uma vitória da sociedade civil, dos profissionais de saúde e, principalmente, dos pacientes que agora terão atendimento especializado no Acre”, concluiu.
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, dá continuidade às ações de prevenção e controle da raiva no município com a vacinação antirrábica realizada de casa em casa. Neste sábado (19), equipes de Agentes de Controle de Zoonoses (ACZ) estarão no bairro Adalberto Aragão, das 8h às 12h, levando a imunização diretamente às residências.
A ação dá sequência ao trabalho realizado no último sábado, no bairro Cadeia Velha, onde 701 animais foram vacinados, sendo 469 cães e 232 gatos.
A vacinação é destinada a cães e gatos a partir de três meses de idade. A orientação é que os tutores mantenham os animais disponíveis para que sejam avaliados e imunizados pelas equipes durante a passagem pelo bairro.
Vacinação contempla cães e gatos a partir de três meses, e os tutores devem manter os animais disponíveis para a imunização. (Foto: Átilas Moura/Secom)
A iniciativa integra a estratégia da Secretaria Municipal de Saúde para ampliar a cobertura vacinal e manter cães e gatos protegidos contra a raiva, uma doença viral grave e de alta letalidade. A imunização dos animais é uma das principais medidas para prevenir a circulação do vírus e proteger também a população.
Vacinação mantém conquista histórica contra a raiva
O avanço das campanhas de vacinação de cães e gatos, aliado à vigilância epidemiológica e às medidas de controle da doença, foi fundamental para reduzir de forma significativa a circulação das variantes do vírus da raiva associadas aos cães no Brasil.
Em 2026, o Brasil completa dez anos sem casos de raiva humana transmitida por variantes caninas, resultado das ações de vacinação e controle da doença. (Foto: Átilas Moura/Secom)
Em 2026, o país completa dez anos sem registrar casos de raiva humana transmitida pelas variantes caninas AgV1 e AgV2. O resultado representa uma importante conquista para a saúde pública e está diretamente relacionado às estratégias de vacinação e controle da doença.
Apesar desse avanço, a raiva ainda não foi completamente erradicada no Brasil. O vírus continua circulando entre animais silvestres, principalmente morcegos, e casos de transmissão para seres humanos ainda podem ocorrer.
Manter cães e gatos vacinados é fundamental para evitar que o vírus volte a circular no ambiente urbano (Foto: Átilas Moura/Secom)
Por isso, manter cães e gatos vacinados é fundamental para evitar que o vírus volte a circular no ambiente urbano.
Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação anual de cães e gatos é uma medida eficaz para prevenir a raiva nesses animais e, consequentemente, contribui para a proteção da população contra a doença.
Além da vacinação, os profissionais também orientam os moradores sobre os cuidados necessários para prevenir a raiva e reforçam a importância de procurar imediatamente uma unidade de saúde em casos de mordidas, arranhaduras ou outros tipos de contato de risco com animais.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.