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POLÍTICA NACIONAL

Bruno Bonetti toma posse e defende PL da Dosimetria

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Primeiro suplente do senador Romário, Bruno Bonetti (PL-RJ) tomou posse nesta terça-feira (16) após o titular entrar de licença.

Em seu primeiro pronunciamento, Bonetti criticou o governo federal e elogiou o governador do estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, pelo combate ao crime organizado.

O novo senador também defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro e declarou que votará a favor do chamado Projeto de Lei da Dosimetria (PL 2.162/2023), que reduz penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado em 2023 e também modifica regras de cumprimento de prisão decorrente de outros crimes.

— Não gostam de Bolsonaro por sua sintonia de opiniões e convicções com o verdadeiro brasileiro, que é conservador, que valoriza sua família, que teme por sua segurança e que vai ao culto e à igreja professar a sua fé — declarou Bonetti, acrescentado que Bolsonar passa por um “martírio”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Veneziano cobra argumentos de senadores contrários ao fim da escala 6×1

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O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) cobrou dos parlamentares contrários ao fim da escala de trabalho 6×1 que apresentem seus argumentos durante a discussão da PEC 221/2019 no Plenário do Senado.

Em pronunciamento nesta quarta-feira (7), ele defendeu que as posições a favor e contra a proposta sejam explicitadas, para que os brasileiros possam identificar as diferenças entre os projetos políticos em disputa nas eleições presidenciais. A matéria passa pela segunda sessão de discussão nesta quarta.

— É importante que nós exponhamos, é importante que nós digamos à nação brasileira que seremos responsáveis pelo resultado futuro. Porque depois, o leite derramado não é mais ajuntado, como dizemos lá na Paraíba — afirmou.

No discurso, Veneziano também celebrou a reeleição dele para um novo mandato no Senado, ocorrida no último domingo (4). De acordo com o senador, o processo eleitoral na Paraíba foi marcado por “tamanhas pressões” e “traições indizíveis”. Ele denunciou que candidaturas de oponentes no estado foram financiadas por “fontes ilegítimas, ilícitas, com recursos criminosos”.

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— Eu quero e vou continuar sendo o mesmo: atencioso, educado, receptivo. Mas a gente precisa definitivamente fazer as devidas separações para saber com quem nós convivemos, porque não é possível fazer política desta forma — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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