POLÍTICA NACIONAL
Comissão aprova incentivo ao uso de tecnologias aumentar o conforto de usuários de serviços públicos
POLÍTICA NACIONAL
A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que incentiva o uso de tecnologias voltadas ao conforto dos usuários na prestação de serviços públicos.
Relator na comissão, o deputado Icaro de Valmir (PL-SE) recomendou a aprovação de uma versão (substitutivo) do Projeto de Lei 4193/21, do deputado José Nelto (União-GO). Originalmente, o projeto previa serviços de voz inteligente no transporte público, para informar os passageiros sobre os pontos de parada.
Ícaro de Valmir explicou que o transporte coletivo é responsabilidade dos municípios, não do governo federal, e optou por incentivar, sem impor, a adoção dessas tecnologias.
“Entendemos que a legislação federal não deve impor obrigações sobre um serviço que é, por determinação constitucional, de competência exclusiva de outro ente da federação”, pontuou o relator. “Propomos assim um substitutivo que busca incentivar os entes responsáveis pela prestação do serviço a adotarem tecnologias que proporcionem mais conforto aos seus usuários”, concluiu.
A proposta altera a Lei de Concessão dos Serviços Públicos. Essa lei já exige que os serviços sejam regulares, eficientes, seguros, atualizados e com tarifas baixas. O novo texto acrescenta que a “atualização” deve incluir tecnologias que melhorem o conforto dos usuários.
Próximas etapas
O texto aprovado será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Rachel Librelon
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.
Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.
Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Câmara dos Deputados
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