POLÍTICA NACIONAL
Comissão aprova regime prioritário para instalação de antenas em áreas rurais e vulneráveis
POLÍTICA NACIONAL
A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria regime prioritário e simplificado para a instalação de antenas de telecomunicações em áreas rurais e em áreas urbanas vulneráveis.
O regime deverá prever:
- prazos máximos para análise e decisão dos processos;
- simplificação de procedimentos e documentos para licenças e autorizações;
- isenção ou redução de taxas e tarifas;
- outras medidas que facilitem a instalação.
Uma regulamentação definirá os critérios para identificar áreas urbanas vulneráveis. Serão usados indicadores socioeconômicos, de desenvolvimento humano, de conectividade e de infraestrutura de serviços de telecomunicações. Também serão listadas as situações em que as medidas não se aplicarão.
O texto aprovado é um substitutivo do deputado Albuquerque (Republicanos-RR) ao Projeto de Lei 4880/24, do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM). O texto original falava sobre regime para comunidades de baixa renda, áreas rurais e regiões remotas.
Segundo o relator, atualmente, a Lei Geral das Antenas não consegue atender as áreas rurais e remotas, que são as mais desassistidas em cobertura de telecomunicações.
“Considerando o hiato entre os índices de conectividade nas áreas urbanas e rurais do Brasil, julgamos oportuna a aprovação para reduzir desigualdades no acesso às comunicações”, afirmou Albuquerque.
Papel da Anatel
O deputado decidiu retirar da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a responsabilidade pela regulamentação do regime.
“A emissão de algumas licenças e autorizações pode recair sobre prefeituras, governos estaduais, Ibama ou Funai”, justificou.
Próximos passos
A proposta será analisada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, ainda precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Geórgia Moraes
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.
Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.
Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Câmara dos Deputados
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