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Comissão da Câmara debate políticas públicas para o paradesporto

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados realiza na quarta-feira (29) audiência pública para discutir políticas públicas voltadas ao paradesporto e a aplicação de recursos no ciclo paralímpico. A reunião será realizada no plenário 4, às 14 horas.

O debate atende a pedido do deputado Luiz Lima (Novo-RJ). Segundo o parlamentar, o objetivo é promover um diálogo sobre o fortalecimento do esporte paralímpico brasileiro e a gestão dos recursos provenientes das loterias federais e de outras fontes de financiamento.

Equidade e acessibilidade
Luiz Lima acrescenta que a discussão busca garantir que os investimentos sigam os princípios da equidade, acessibilidade e descentralização, ampliando o acesso de pessoas com deficiência ao esporte, desde a base até o alto rendimento.

“Com a proximidade dos Jogos Paralímpicos de 2028, torna-se imprescindível debater a execução de políticas públicas inclusivas e eficazes, bem como a aplicação responsável dos recursos oriundos das loterias federais e demais fontes de financiamento”, afirma.

Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova proibição de pornografia com adultos simulando crianças e adolescentes

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A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3147/25, que proíbe a produção e a disponibilização de conteúdos pornográficos com adultos simulando ser crianças ou adolescentes. A pena prevista é reclusão de um a três anos e multa.

A proposta atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para lidar principalmente com os avanços da inteligência artificial, além das situações que envolvem adultos caracterizados.

A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), recomendou a aprovação do texto, que é da deputada Camila Jara (PT-MS).

Rogéria Santos observou que a lei atual não alcança produções em que adultos se fazem passar por pessoas com menos de 18 anos de idade, seja por caracterização física ou pelo uso de ferramentas digitais que modificam aparências com precisão.

Na avaliação de Rogéria Santos, o resultado prático dessas produções é equivalente ao do material que utiliza crianças reais. “Alimenta fantasias de abuso, normaliza a hipersexualização de menores e serve como instrumento de aliciamento”, disse.

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A relatora alterou o projeto para ajustar a terminologia da lei, substituindo a expressão “menores de idade” por “crianças e adolescentes”, adequando o texto à linguagem técnica adotada pelo ordenamento jurídico brasileiro.

Próximos passos
O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, posteriormente, será apreciado pelo Plenário da Câmara.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pela presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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