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Confúcio Moura relata visita à cidade natal e destaca legado de Hagahús Araújo

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Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (24), o senador Confúcio Moura (MDB-RO) relatou a visita que fez à sua cidade natal, Dianópolis, no estado do Tocantins, e ao ex-prefeito do município Hagahús Araújo. O parlamentar afirmou que a cidade passou por grandes transformações desde sua última visita, há 25 anos, com avanços em infraestrutura e desenvolvimento urbano.

O senador destacou a trajetória de Hagahús Araújo, que também foi deputado federal, ressaltando que Araújo foi o responsável pela criação do Instituto de Menores de Dianópolis, voltado à formação de jovens em situação de vulnerabilidade social. Segundo ele, a entidade, posteriormente transformada em Instituto Federal de Educação, foi essencial para ampliar o acesso à educação e reduzir as desigualdades na região.

Confúcio Moura disse que Araújo é “um dos homens mais extraordinários do Brasil, hoje com 97 anos de idade”

— Ele foi prefeito da cidade com 25, 26 anos de idade, sempre defendendo um modelo alternativo de educação. Naquela época, do sertão muito pobre, ele se insurgiu contra a desgraça e a miséria e criou uma instituição para alimentar meninos sem a menor chance de prosperidade. Ele criou o Instituto de Menores da cidade de Dianópolis, que hoje é Instituto Federal de Educação.

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O senador também mencionou ações de preservação conduzidas por moradores da cidade, que mantêm áreas de floresta nativa e fontes hídricas protegidas, como a cachoeira do Calixto. Ele observou que essas iniciativas demonstram o compromisso local com o equilíbrio entre crescimento urbano e conservação ambiental.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Brasil proíbe produção e venda de ‘foie gras’, feito por alimentação forçada

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O Brasil proibiu a produção e a comercialização de alimentos obtidos por meio da alimentação forçada de animais. A medida foi oficializada pela Lei 15.475, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. A lei entra em vigor em 180 dias.

A nova legislação atinge principalmente o foie gras, produto da culinária francesa feito a partir do fígado de patos e gansos submetidos ao método conhecido como gavage. A técnica consiste na introdução de um tubo na garganta da ave para forçar a ingestão de grandes quantidades de alimento, provocando o aumento anormal do fígado. A proibição vale tanto para produtos in natura quanto industrializados. 

A lei tem origem no Projeto de Lei (PL) 90/2020, de autoria do senador Eduardo Girão (Novo-CE). O texto foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado em 2022 e confirmado pela Câmara dos Deputados em abril deste ano.

Ao defender a proposta, Girão classificou a prática como cruel. “Essa tortura cruel é imposta sobre a criação de animais. Aqui eu falo especificamente de patos e gansos, mas pode valer para outros animais. Com essa ingestão forçada, o fígado incha rapidamente, podendo crescer até 12 vezes, causando uma doença pelo acúmulo de gordura e, claro, muito sofrimento ao animal”, afirmou.

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A norma define alimentação forçada como qualquer método mecânico ou manual que obrigue o animal a ingerir alimentos ou suplementos acima do seu limite natural de saciedade, por meio de instrumentos introduzidos na garganta, esôfago, papo ou estômago.

Quem descumprir a lei estará sujeito às penas previstas na Lei de Crimes Ambientais, com detenção de três meses a um ano, além de multa. Também poderão ser aplicadas sanções administrativas, como apreensão de animais e produtos, suspensão da fabricação e da venda, embargo de atividades e inutilização dos produtos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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