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Confúcio pede rigor na criação de cursos em universidades públicas

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (31), o senador Confúcio Moura (MDB-RO) afirmou que o ensino superior brasileiro enfrenta desafios relacionados à evasão e à qualidade na formação. Para ele, embora o país tenha ampliado o acesso à graduação nas últimas décadas, esse avanço ocorreu acompanhado da expansão da educação à distância (EAD) e do crescimento do número de instituições privadas. Isso, segundo ele, exige avaliação criteriosa dos resultados.

— Essa modalidade de ensino vem crescendo muito e é mais barata. Hoje eu vejo aí até alguns cursos, como cursos da área de exatas, como educação à distância. Eu não consigo entender como é que faz veterinária, faz agronomia, faz qualquer curso por educação à distância. Isso nos obriga a fazer uma pergunta essencial: que tipo de formação nós estamos oferecendo? — questionou.

O parlamentar defendeu maior planejamento na criação e manutenção de cursos em universidades públicas, com base na demanda real de estudantes e no aproveitamento das estruturas existentes. Segundo ele, há cursos com baixa adesão e número reduzido de formandos, o que compromete a eficiência do investimento público.

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— Em alguns casos, um professor que poderia estar formando centenas de estudantes ao longo dos anos não consegue formar nem a metade, nem um terço. Os professores das universidades públicas são doutores, são pós-doutores. O investimento altíssimo que o governo faz e aplica nesses professores, às vezes, não tem retorno, não tem correspondência com o alunado presente. Temos que planejar a educação para que se tenha maior proveito, abrir mesmo as portas das universidades para quem quer estudar — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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