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É falso que beneficiários do Bolsa Família serão impedidos de sacar em dinheiro

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Informação falsa que circula nas redes sociais afirma que projeto de lei aprovado proíbe saque em dinheiro para quem recebe o Bolsa Família. As regras de movimentação do benefício continuam as mesmas e qualquer alteração oficial é comunicada diretamente pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS). Veja aqui a página oficial do programa

O que existe, de fato, é um projeto de lei em discussão no Senado que ainda não foi votado e não tem poder de mudar as regras atuais.

Entenda os fatos

Para evitar a desinformação, é fundamental diferenciar o que é uma regra em vigor de uma proposta que ainda está sendo debatida:

  • Lei 14.601/2023: essa é a lei que instituiu o Bolsa Família. Ela foi regulamentada pelo Decreto 12.064/2024. 
  • Projeto de Lei (PL 3.739/2024): a proposta, de autoria do senador Cleitinho (Republicanos-MG), “altera a Lei nº 14.601, de 19 de junho de 2023, para criar o cartão de pagamentos e definir despesas autorizadas com os recursos transferidos pelo Programa Bolsa Família”. De acordo com o texto, os benefícios financeiros do Bolsa Família serão pagos por meio de cartão de pagamento e só poderão ser utilizados para cobrir despesas diretamente relacionadas aos objetivos do programa.
  • Tramitação legislativa: O PL 3.739/2024 foi apresentado em 27 de setembro de 2024 e está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), aguardando a designação de relator. Ele ainda precisa ser votado na CCJ e em outras duas comissões antes de seguir para a Câmara dos Deputados. Só se for aprovado nas duas Casas legislativas é que ele poderá ser sancionado pelo presidente. E só passa a valer se for sancionado.
  • Cuidado com o sensacionalismo: conteúdos que usam frases como “não vai poder mais” para algo que sequer foi votado são exemplos clássicos de desinformação que visam gerar pânico ou cliques.
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Como verificar? 

O Senado Federal promove a transparência para que o cidadão não seja enganado. Você pode acompanhar a tramitação real desta proposta no link oficial do PL 3.739/2024.

Sempre que receber uma notícia alarmante sobre projetos aprovados, consulte o Portal do Senado Federal.

O Ministério do Desenvolvimento Social preparou uma cartilha para prevenir os cidadãos de fake news sobre os benefícios sociais, como o Bolsa Família.

Lembre-se: a informação correta é o seu melhor instrumento de cidadania.

Antes de compartilhar, verifique! Se tiver alguma dúvida, fale com o Senado Verifica

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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