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Izalci afirma que governo Lula favorece grupo J&F em esquemas de corrupção

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O senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o governo Lula, em pronunciamento nesta quarta-feira (26), ao apontar uma suposta retomada de esquemas de corrupção envolvendo o grupo empresarial J&F. O parlamentar relembrou escândalos passados, como a Operação Greenfield e delação do empresário Joesley Batista, para afirmar que o “governo do PT” mantém o favorecimento a empresas “amigas” em troca de propinas, citando empréstimos bilionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e fundos de pensão em mandatos anteriores.

Izalci denunciou a atuação da Âmbar Energia, empresa da J&F, que comprou termoelétricas em crise no Norte do país e teria sido beneficiada por uma medida provisória do governo federal. Segundo o senador, a medida transferiu custos para a conta de luz de todos os brasileiros, garantindo lucro para a empresa privada.

— O lucro é deles, mas o prejuízo quem paga somos nós. Se a J&F receber esse subsídio por 15 anos, eles podem ultrapassar R$ 30 bilhões. O que parecia um péssimo negócio virou novamente ganhos de bilhões — afirmou.

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O parlamentar também atacou o programa “Meu INSS Vale +”, que era gerido pelo banco PicPay, também da J&F, até a suspensão por supostas cobranças indevidas de aposentados. Além disso, criticou a importação de tilápia do Vietnã pelo mesmo grupo, facilitada, segundo ele, por recentes burocracias criadas pelo governo para prejudicar produtores nacionais.

— Percebam que a J&F não perde uma oportunidade de negócio. Pena que o negócio dos amigos do Lula e da Dilma seja roubar os aposentados pobres e os cofres públicos — disse.

Lurya Rocha, sob supervisão de Patrícia Oliveira.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.

A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.

Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.

O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.

O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.

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O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.

Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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