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Lei reconhece Soledade (RS) como Capital Nacional das Pedras Preciosas

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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, sancionou nesta terça-feira (23) a Lei 15.217, que concede ao município de Soledade, no Rio Grande do Sul, o título de Capital Nacional das Pedras Preciosas. 

Localizada no norte do estado e com cerca de 30 mil habitantes, a cidade é hoje um dos principais polos de pedras preciosas do mundo. Em 2024, Soledade respondeu por 63% das exportações gaúchas do setor, o equivalente a US$ 61,8 milhões, o que consolida a relevância para a economia estadual e nacional. No total, o segmento gera cerca de 500 empregos diretos e 1,5 mil indiretos.

A tradição local começou na década de 1960, com a chegada de empresas alemãs interessadas na abundância da ágata, pedra que se tornou marca registrada da região. Desde então, a atividade se expandiu, com o fortalecimento da identidade cultural do município e garantia de emprego e renda para a população.

O reconhecimento oficial da cidade como capital das pedras preciosas é visto como forma de atrair turistas, impulsionar novos investimentos e valorizar ainda mais o setor, que sustenta grande parte da economia local.

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Entre as iniciativas que reforçam essa vocação, estão a Feira Internacional de Pedras Preciosas de Soledade, promovida em maio e considerada a maior da América Latina; e o Museu das Pedras Preciosas, que recebe estudantes, grupos da terceira idade e turistas interessados em conhecer de perto a diversidade e a formação geológica das pedras da região.

A lei é originada de projeto (PL 5.978/2019) do deputado Giovani Cherini (PL-RS) aprovado pelo Senado em votação simbólica no início de setembro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Lei cria Semana Nacional da Empresa Júnior, a ser celebrada em abril

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A partir de 2027, o Brasil terá a Semana Nacional da Empresa Júnior, a ser comemorada anualmente no período que incluir o dia 6 de abril.

A intenção é disseminar a cultura da empresa júnior a partir de uma série de eventos, incentivando o empreendedorismo jovem no país.

É o que estabelece a Lei 15.510, de 2026, sancionada nesta semana pela Presidência da República. A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (22).

A nova lei teve origem em um projeto apresentado pelo senador Jayme Campos (União-MT): o PL 4.412/2021.

A empresa júnior é uma associação sem fins lucrativos, gerida por estudantes universitários, que presta serviços e realiza projetos que devem capacitá-los para o mercado de trabalho.

Líder mundial

Na época em que apresentou o projeto, em 2021, Jayme Campos destacou que o Brasil é considerado o país com o maior número de empresas juniores do mundo — mais de 1,4 mil unidades, segundo estimativas mais recentes.

O senador também afirmou que o país conta com uma confederação, a Brasil Júnior, que é gerida por universitários e reúne cerca de 26 mil empresários juniores dos diversos cursos de graduação.

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Antes de se tornar lei, o projeto foi aprovado no Senado e na Câmara dos Deputados. O relator da proposta no Senado foi Izalci Lucas (PL-DF).

Objetivos

De acordo com a nova lei, os objetivos da Semana Nacional da Empresa Júnior são:

  • promover palestras, debates, seminários e outros eventos;
  • apoiar as atividades lideradas e desenvolvidas por empresários juniores;
  • divulgar o impacto positivo do Movimento Empresa Júnior (rede internacional formada por empresas juniores, estudantes e universidades);
  • estimular campanhas de contratação de empresas juniores;
  • promover ampla divulgação, nos meios de comunicação, da atuação da empresa júnior;
  • intensificar parcerias entre setor privado e setor público para promover e estimular o Movimento Empresa Júnior;
  • fomentar o surgimento de empreendedores e empreendimentos com base em políticas de desenvolvimento econômico sustentável;
  • estimular parcerias entre instituições de ensino superior e empresas juniores.

Data

Quando apresentou o projeto, Jayme Campos explicou que a data escolhida (6 de abril) é uma homenagem à Lei 13.267, que foi sancionada em 6 de abril de 2016.

Essa norma regulamenta a criação e a organização de empresas juniores em instituições de ensino superior.

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Para o senador, tal lei representa um marco histórico e “reforça a importância da educação empreendedora e da formação profissional de jovens universitários”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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