RIO BRANCO
Search
Close this search box.

POLÍTICA NACIONAL

Malta anuncia seu projeto para instituir o Dia Nacional da Vergonha

Publicados

POLÍTICA NACIONAL

O senador Magno Malta (PL-ES) informou nesta quarta-feira (3), em Plenário, que apresentou um projeto para instituir no calendário oficial brasileiro o dia 2 de setembro como o Dia Nacional da Vergonha. A data marca o início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

— É um projeto de lei para que a história registre o dia em que o réu linchado publicamente e dentro do plenário de uma Suprema Corte era um inocente. Os crimes imputados a Jair Messias Bolsonaro são todos fictícios, fruto de uma invencionice diabólica que nasceu de um conluio muito antes de que ele se tornasse presidente da República — acusou o senador.

De acordo com o PL 4.397/2025, apresentado nesta quarta-feira, a data tem como objetivo promover a reflexão sobre os riscos à democracia e à integridade das instituições republicanas, sobre a manipulação da informação como instrumento de desinformação e polarização social, e sobre o ativismo judicial no Brasil.

O senador informou que está preparando um documento a ser entregue ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ao presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, e a organizações internacionais denunciando supostos abusos cometidos pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal que trata da tentativa de golpe de Estado.

Leia Também:  "Não vejo ambiente para anistia ampla, geral e irrestrita", diz Hugo Motta

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Marcos do Val critica decisões do STF e relata restrições a seu mandato

Publicados

em

Por

O senador Marcos do Val (Avante-ES) voltou a criticar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que, segundo ele, restringiram o exercício de seu mandato. Em pronunciamento no Plenário nesta quinta-feira (15), o parlamentar mencionou o bloqueio de suas redes sociais e de seu salário, o uso de tornozeleira eletrônica e a aplicação de multa.

Marcos do Val também relatou dificuldades pessoais decorrentes das medidas judiciais e afirmou que as restrições atingiram sua renda, sua liberdade e a comunicação com a população.

— O sistema que eu denunciava atingiu o meu sustento, minha liberdade, minha comunicação com os brasileiros e com os capixabas. Vivi isso tudo até ser reconhecido pela Inter-Parliamentary Union, que é um órgão ligado à ONU que protege parlamentares perseguidos ao redor do mundo — declarou.

O senador afirmou que passou a questionar a atuação do STF após os atos de 8 de janeiro de 2023. O parlamentar lembrou que encaminhou à Presidência da Corte um pedido para que o ministro Alexandre de Moraes fosse afastado da relatoria de processos.

Leia Também:  Na Copa feminina de 2027, Brasil deve evitar erros de 2014, alerta Romário

— Eu já denunciava as violações à Constituição quando muitos ainda não acreditavam na sua atuação. Muitas vezes senti que a denúncia que eu estava fazendo não estava dando em nada. Fui desacreditado, mas não abandonei aquilo em que acreditava: o início de uma grande luta contra o sistema — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA