POLÍTICA NACIONAL
Plenário do Senado vai celebrar Dia do Profissional de Educação Física
POLÍTICA NACIONAL
O Senado fará sessão especial na segunda-feira (1°), a partir das 10h, para comemorar o Dia do Profissional de Educação Física. A solenidade no Plenário, sugerida (RQS 355/2025) pela senadora Leila Barros (PDT-DF), servirá para reforçar o papel que esses profissionais desempenham na promoção da saúde, bem-estar e qualidade de vida da população.
Para Leila, a data é uma oportunidade de mostrar a importância da educação física e dos seus profissionais, assim como de estimular a formação de estudantes na área.
“Os profissionais de educação física são essenciais na formação de hábitos saudáveis e na promoção da atividade física em todas as faixas etárias. Eles desempenham um papel crucial na prevenção de doenças, na melhoria da saúde física e mental, e na promoção de um estilo de vida ativo, contribuindo diretamente para a saúde pública”, justifica.
Leila também afirma que a sessão abrirá espaço para debates sobre políticas públicas que incentivem a prática de atividades físicas e esportivas, além de promover a inclusão social e a acessibilidade.
“É um momento propício para discutir a importância do investimento em programas que incentivem a atividade física em escolas, comunidades e instituições de saúde”, concluiu.
Lúrya Rocha, sob supervisão de Patrícia Oliveira.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Izalci critica acordo para salvar BRB e cobra apuração de prejuízos
Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (9), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o acordo para salvar o BRB (Banco de Brasília) e afirmou que os custos da operação serão transferidos à população do Distrito Federal. De acordo com o senador, o Governo do Distrito Federal assumirá obrigações financeiras por até 15 anos para fazer frente aos prejuízos decorrentes de investimentos realizados pela instituição na tentativa de compra do Banco Master, barrada pelo Banco Central.
Segundo Izalci, o acordo prevê um aporte de R$ 8,8 bilhões no banco, valor que, segundo seus cálculos, é incompatível com o patrimônio atual do BRB. O senador também afirmou que ainda existem incertezas sobre a recuperação de parte dos ativos envolvidos na operação e questionou a falta de acesso a relatórios de auditoria produzidos para analisar as operações do banco.
— Estamos investindo R$ 8 bilhões num patrimônio que hoje vale R$ 3 bilhões. Isso sem considerar, ou considerando, que realmente os R$ 8 bilhões vão resolver o problema, e não vão, vão simplesmente pagar o prejuízo dessa roubalheira toda que foi feita — declarou.
O senador também criticou a utilização de recursos públicos para viabilizar o acordo e afirmou que o comprometimento de receitas futuras poderá impactar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública no Distrito Federal. Na avaliação de Izalci, a destinação de recursos para cobrir os prejuízos poderá restringir a capacidade do governo local de ampliar gastos e investimentos nessas áreas nos próximos anos.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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