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Plenário pode votar 18 indicações para embaixadas nesta quarta-feira

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O Senado pode votar a indicação de 18 diplomatas para chefiar embaixadas do Brasil em países da África, Europa, Ásia, Oceania, Oriente Médio e Caribe. As mensagens presidenciais com os nomes já foram analisadas pela Comissão de Relações Exteriores (CRE), onde os indicados foram sabatinados e receberam parecer favorável. Com isso, as mensagens presidenciais com as indicações estão prontas para decisão final em Plenário, em votação secreta. Para serem aprovados, eles precisam de maioria simples, presentes pelo menos 41 senadores. 

Cabe à presidência do Senado definir quantos e em que ordem serão votados. De acordo com a Secretaria Geral da Mesa, segue a lista dos indicados prontos para deliberação:

Diplomatas indicados                

Local da Embaixada brasileira

Manuel Adalberto Carlos Montenegro Lopes da Cruz Jamaica
Luís Ivaldo Villafañe Gomes Santos República Togolesa (Togo)
Márcia Donner Abreu Barbados
Pedro de Castro da Cunha e Menezes República da Namíbia
Eduardo Botelho Barbosa República Árabe da Síria
Haroldo de Macedo Ribeiro República da Finlândia
João de Mendonça Lima Neto República do Congo
André Odenbreit Carvalho Reino da Tailândia
Fernando Meirelles de Azevedo Pimentel República da Coreia
Luiz Cesar Gasser República da Polônia
Laudemar Gonçalves de Aguiar Neto República Helênica (Grécia)
Alfredo Cesar Martinho Leoni República do Iraque
Claudio Raja Gabaglia Lins República Democrática Federal do Nepal
Jorge Geraldo Kadri República Democrática Socialista do Sri Lanka
Pedro Murilo Ortega Terra Nova Zelândia
João Alfredo dos Anjos Junior República do Quênia
Ricardo Primo Portugal República Popular Democrática da Coreia
Alexandre Peña Ghisleni Comunidade da Austrália
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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Projeto proíbe microesferas de plástico em cosméticos e produtos de higiene

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O Senado vai analisar o projeto que proíbe a fabricação, a importação e a venda de cosméticos e produtos de higiene com microesferas de plástico em sua composição.

O projeto (PL 2.157/2026) foi aprovado no mês passado pela Câmara. Os parlamentares que apoiam a iniciativa argumentam que ela é necessária para reduzir a poluição dos oceanos causada pelos plásticos.

De acordo com o texto, microesfera de plástico é “qualquer plástico sólido ou partícula plástica sólida com tamanho inferior a cinco milímetros utilizada para limpar, clarear, abrasar ou esfoliar o corpo ou qualquer de suas partes, contida em produtos de higiene pessoal e perfumaria e em cosméticos enxaguáveis”.

Entre os produtos que contêm as microesferas estão esfoliantes de pele, pastas de dente e itens de banho. Ao serem descartados na rede de esgoto, esses plásticos contaminam os mares, já que o seu tamanho impede que sejam filtrados pelos sistemas de tratamento.

O autor da proposta, deputado federal Mário Heringer (PDT-MG), destaca que vários países vêm adotando tais medidas. Segundo ele, há alternativas de origem vegetal que tornam desnecessário o uso das microesferas de plástico. Heringer também lembra que, em geral, o consumidor não é informado sobre a presença de plástico nos produtos.

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Além disso, ressalta ele, “ao consumir produtos marinhos contaminados pelo microplástico, o ser humano sujeita-se a intoxicações, uma vez que o plástico tem a capacidade de atrair e liberar substâncias químicas que alteram o funcionamento normal dos organismos vivos”.

Com informações da Agência Câmara

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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