POLÍTICA NACIONAL
Veneziano destaca entregas na Paraíba e critica ato de 7 de setembro em São Paulo
POLÍTICA NACIONAL
Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (8), o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) relatou ações realizadas no estado da Paraíba, como a participação na nova edição da Expotêxtil, em São Bento, a assinatura da ordem de serviço para a construção de um centro de atenção a pessoas com autismo, em Areial, e a destinação de equipamentos agrícolas para o Cariri. Ele também destacou o lançamento do programa “Agora tem Especialistas” no Vale do Piancó, que amplia exames e consultas na rede pública.
O senador disse ainda que visitou a Fundação Assistencial da Paraíba, em Campina Grande, onde foi anunciada a aquisição de novo equipamento de ressonância magnética.
— Quão bom é poder saber que aqui tratamos de fazer uma indicação de um valor que vai permitir, daqui a sete meses, lá em Areial, se ter um centro de atenção de cuidados especializados para aquelas pessoas com autismo ou com outros transtornos. Isso é muito gratificante — disse.
Veneziano avaliou que a atual gestão federal tem buscado recuperar áreas estratégicas, em especial a saúde.
— Este governo, do qual registro as grandes conquistas, tem realizado, não é o governo da perfeição, mas é o governo de realizações que tem recomposto, na área de saúde ou em quaisquer outras áreas que nos permitamos travar o bom embate, travar o bom discurso, travar a exposição de ideias, vamos ter um governo realizador. Isso me conforta ao coração, porque participo, colaboro como mais um, modestamente, a defender que o Brasil, nestes dois últimos anos e sete meses de gestão do Presidente Lula, tem consertado muito, tem avançado muito — afirmou.
Manifestação
O parlamentar também criticou manifestações de 7 de setembro em que foi exibida uma bandeira dos Estados Unidos na Avenida Paulista.
— No dia da independência, ver brasileiros homenageando outro país em detrimento do nosso pavilhão é algo a se lastimar. Patriotismo verdadeiro não se confunde com submissão — declarou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Damares defende projeto para ampliar atendimento a pacientes com LAM
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) defendeu, o projeto de lei (PL 5.238/2025), do qual é relatora, que estabelece políticas públicas voltadas às pacientes com linfangioleiomiomatose (LAM), uma doença pulmonar rara e degenerativa que afeta principalmente mulheres. Segundo a parlamentar, a proposta busca ampliar o acesso ao diagnóstico precoce, aos exames especializados e ao tratamento adequado.
Damares afirmou que a falta de centros especializados e o desconhecimento sobre a doença fazem com que muitas pacientes recebam diagnósticos equivocados e iniciem o tratamento apenas quando o quadro já está avançado. Para ela, a demora na identificação dos casos reduz as chances de controle da doença e aumenta a necessidade de procedimentos mais complexos.
— Esse projeto traz alguns critérios para que a gente estabeleça um mínimo de dignidade para as pacientes com a LAM. É importante destacar que o custo direto com o tratamento de complicações evitáveis da LAM no SUS, como internações de urgência, exames repetidos desnecessariamente e procedimentos invasivos decorrentes do diagnóstico tardio, supera em muito o custo de garantir o acesso regular ao Sirolimo [medicamento] e a exames de alta resolução. É isto que a gente quer no projeto de lei, a gente quer se antecipar — disse.
A senadora ressaltou ainda que junho é dedicado à conscientização sobre a LAM e que a campanha contribui para ampliar o debate sobre a doença e chamar a atenção para a necessidade de políticas públicas voltadas às pacientes.
— O diagnóstico no Brasil está demorando uma eternidade, e o tempo dessas brasileiras está correndo contra elas. O diagnóstico precoce não pode ser um artigo de luxo. Tratar tarde demais significa empurrar essa mulher para uma fila de transplante de pulmão. Quem tem uma doença rara não tem o tempo da burocracia do Estado. A dor não espera o papel ser assinado, a terapia ser incorporada ao SUS. Por isso, deixo aqui mais do que um pedido, um apelo, para que as autoridades da área da saúde tenham uma atenção especial para a LAM.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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