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Comissão Especial da Aleac avança nos debates sobre embargos ambientais e regularização fundiária

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A Comissão Especial da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), criada para tratar dos embargos ambientais e da regularização fundiária no estado, deu continuidade aos seus trabalhos em reunião realizada na tarde desta segunda-feira (15). O encontro contou com a participação do secretário de Meio Ambiente, Leonardo Carvalho, e do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (Faeac), Assuero Veronez, além de parlamentares e técnicos.

O deputado Pedro Longo (PDT), presidente da Comissão, ressaltou a importância do diálogo conjunto. “Nós estamos tratando de um tema que é central para o desenvolvimento sustentável do Acre. É fundamental que haja convergência entre os interesses dos produtores, a preservação ambiental e as políticas públicas que vão nortear esse equilíbrio. A Assembleia seguirá cumprindo seu papel de aproximar os setores e buscar soluções viáveis para todos”, destacou.

O deputado Eduardo Ribeiro (PSD), relator da Comissão, também enfatizou a importância do diálogo com os órgãos técnicos e representantes do setor produtivo. “Hoje discutimos a lei de compensação e também a necessidade de atualizar o zoneamento ecológico-econômico do Estado. Nós estamos sendo muito cobrados com relação a esse tema e acredito que é possível trabalhar essa questão de forma planejada e funcional.  Essa é a primeira reunião com o secretário, e uma equipe técnica será formada para analisar melhor os dados, sempre pensando na nossa população”, afirmou.

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Durante o encontro, também foi debatida a possibilidade de ajustes no zoneamento para contemplar áreas consolidadas desde 2008. “Algumas mudanças podem ser feitas garantindo maior segurança jurídica e dessa forma, permitindo a continuidade das atividades produtivas. Se conseguirmos avançar em alguns pontos, vamos resolver grande parte dos problemas enfrentados pelos produtores, oferecendo condições de regularização e desenvolvimento sustentável”, ressaltou o relator Eduardo Ribeiro.

Já o secretário de Meio Ambiente, Leonardo Carvalho, reforçou que as propostas precisam estar embasadas em estudos técnicos. “É fundamental termos estudos que deem suporte às decisões, evitando críticas de que alterações estão sendo feitas sem base científica. Com dados consistentes, conseguimos oferecer transparência e respaldo às nossas ações”, afirmou.

A Comissão Especial, formada por deputados estaduais e com apoio de técnicos, segue articulando reuniões para construir alternativas jurídicas e normativas que conciliem a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico e a segurança dos trabalhadores do campo. O próximo encontro será daqui 15 dias.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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CCJ aprova projeto que garante afastamento por maternidade, paternidade e adoção a estagiários do Judiciário

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) aprovou, nesta quarta-feira (19), o projeto de lei que assegura aos estagiários do Poder Judiciário do Estado do Acre o direito a afastamento por maternidade, paternidade e adoção, sem prejuízo do recebimento da bolsa-auxílio.

De acordo com a proposta, a estagiária terá direito a 120 dias de afastamento por maternidade, contados a partir do parto. Já o estagiário terá direito a 15 dias consecutivos de afastamento por paternidade, mediante apresentação da certidão de nascimento.

O projeto também estabelece regras específicas para os casos de adoção ou obtenção de guarda judicial. O período de afastamento será de 120 dias quando a criança tiver até um ano de idade; 60 dias para crianças entre um e quatro anos; e 30 dias para crianças de quatro a oito anos.

A matéria prevê ainda que, em caso de internação da mãe ou do recém-nascido após o parto, o início do afastamento ocorrerá a partir da alta hospitalar que acontecer por último. Em situações de natimorto ou aborto devidamente comprovado por atestado médico, a estagiária terá direito a 30 dias de afastamento.

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Outro ponto previsto é a proteção do estagiário durante o período de afastamento. O texto veda o desligamento e a transferência de ofício do estagiário durante o afastamento previsto na proposta, desde que esteja vigente o Termo de Compromisso de Estágio.

A proposta também estabelece que, caso o período restante para completar os dois anos de estágio seja inferior ao tempo do afastamento, o benefício será usufruído integralmente, com manutenção da bolsa durante todo o período. Nessa situação, o Termo de Compromisso de Estágio será considerado encerrado ao final do afastamento.

O projeto é de autoria do Poder Executivo, a partir de proposta do Tribunal de Justiça do Acre, e será encaminhado para as próximas etapas de tramitação legislativa. A medida é de aplicação exclusiva aos estagiários vinculados ao Poder Judiciário do Estado do Acre.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Sérgio Vale

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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