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Iapen realiza mutirão para prevenir câncer de colo do útero em presídio de Rio Branco

A ação se estenderá até a próxima segunda-feira, 24.

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Mutirão de atendimento de PCCU no presídio feminino. Foto: Neto Lucena/Secom.

Com atendimentos voltados aos preventivos de câncer de colo do útero (PCCU), o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen-Ac), em parceria com o Centro Universitário Uninorte, por meio dos graduandos de Medicina e a Unidade Básica de Saúde Barro Vermelho, realizou nesta sexta-feira, 21, um mutirão de PCCU na Unidade de Regime Fechado Feminino de Rio Branco. A ação se estenderá até a próxima segunda-feira, 24.

O propósito é agregar políticas públicas para as mulheres que cumprem pena e que precisam da iniciativa do Estado, por meio de ações de saúde e assistência jurídica e de entidades privadas.

Graduandas de medicina e servidoras do presídio falando sobre os exames de prevenção ao câncer de mama e útero. Foto: Neto Lucena/Secom.

Reconhecendo a importância das instituições colaboradoras, o presidente do Iapen, Glauber Feitosa, destacou: “Nós buscamos agir de forma preventiva na Unidade Penitenciária Feminina. Com isso, estamos proporcionando às mulheres que estão reclusas um atendimento adequado, com um devido acolhimento e acompanhamento. Além dessa ação de saúde, há também a assistência jurídica e de outras entidades parceiras”.

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É preciso investigar e detectar a doença no início. Tendo isso como princípio, a chefe da Divisão de Saúde afirma: “O preventivo do câncer do colo uterino é um exame muito importante, e hoje muitas mulheres estão sendo acompanhadas. O atendimento é para as mulheres de 18 anos de idade até 45, que têm uma vida sexual ativa”.

Chefe da Divisão de Saúde, Ingrid Suazrez. Foto: Neto Lucena/Secom

A gestora ainda frisou que é preciso detectar o câncer no primeiro estágio, pois isso possibilita que exista maior chance de cura.

O Iapen e o Centro Educacional Uninorte são parceiros nas ações de prevenção. Demonstração disso é a cooperação dos graduandos de Medicina, que vieram acompanhados de dois preceptores da instituição, e esses profissionais da Enfermagem, que atuam na unidade Barro Vermelho.

Mulheres aguardando atendimento no presídio. Foto: Neto Lucenar/Secom.

“Temos uma série de ações na unidade prisional e estamos contentes com as instituições parceiras. Além deles, também temos colaboradores voluntários, como é o caso da ginecologista que atende aos sábados”, contou a diretora do presídio feminino de Rio Branco, Dalvanir Azevedo.

Diretora do presídio feminino de Rio Branco, Dalvanir Azevedo.

Com esclarecimentos e algumas orientações, os universitários do curso de Medicina também informaram sobre os cuidados que a mulher deve ter com seu órgão genital, já que esse é responsável por muitas funções.

Estudantes de Medicina apresentando algumas orientações sobre o órgão genital feminino. Foto: Neto Lucenar/Secom.

A saúde educacional é fundamental para se viver bem, e teoria e prática são aliadas do conhecimento, assim relata Beatriz Aragão, estudante de Medicina da Uninorte, do 4º período: “É muito importante o campo prático, principalmente na especialidade ginecologia, pois assim sabemos  a história real das mulheres que podem precisar de atendimento médico, sobretudo aquelas que estão num ambiente específico, como o presídio. Para além das condições dessas mulheres, é dever do profissional oferecer saúde e assistência para todos”.

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Os universitários foram acompanhados pela dupla de enfermagem: Antagoras Mesquista e Kerolayne Hettwer, ambos professores da Uninorte.

Beatriz Aragão, graduanda de Medicina. Foto:Neto Lucenar/Secom.

O Outubro Rosa lembra que devemos estar atentos aos sinais que o corpo manifesta, por isso é necessário ter cuidado.

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Assessoria

Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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