Saúde
No Acre, mais de 145 mil pessoas ainda não se vacinaram com a 1ª dose contra a covid-19
O Acre ainda não alcançou a cobertura vacinal de 90% da população, com idades entre 3 e 120 anos, aptos a se vacinarem contra a covid-19.
SAÚDE
O boletim simplificado emitido pela coordenação do Programa Nacional de Imunização (PNI), na sexta-feira, 11, mostra que em quase dois anos de campanha, o Acre ainda não alcançou a cobertura vacinal de 90% da população, com idades entre 3 e 120 anos, aptos a se vacinarem contra a covid-19.
Do total de 841.771 pessoas, 145.152 ainda não compareceram às unidades para receberem ao menos a 1ª dose do imunizante. Outras 257.459 tomaram a 1ª dose, mas não compareceram para receber a 2ª. As doses de reforço seguem a mesma tendência, apenas 281.142 se vacinaram com a 1ª dose e 76.153 com a 2ª.
“Os imunizantes continuam à disposição da população nas unidades básicas de saúde. Periodicamente realizamos mutirões, reforçamos as campanhas, disponibilizamos vacinação noturna, em feriados e fins de semana, portanto o problema não é falta de ações, as pessoas precisam se conscientizar sobre a importância da vacinação e procurarem se vacinar”, frisou Renata Quiles, coordenadora do PNI no Acre.

A coordenadora monitora os índices de vacinação em todo o Acre. Foto: Arquivo/Secom
É importante destacar que a vacinação contra a covid-19, não protege contra a infecção ou impede que o vírus seja transmitido, contudo, estudos têm demonstrado que com a ampliação do quadro vacinal, com a entrada de mais faixas etárias na vacinação contra a covid-19, as médias de mortes pela doença caíram vertiginosamente, apesar de a quantidade de casos ter aumentado de forma considerável, o que atesta a eficácia das vacinas. Por esse motivo, é importante manter o ciclo vacinal atualizado.
Boletim Simplificado Covid-19 nº10.2022
ACRE
Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes
Assessoria
Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.
As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.
As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.
A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.
“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.
O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.
“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.
De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.
“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.
O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.
“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC
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