Tecnologia
WhatsApp sofre ‘apagão global’ por duas horas nesta terça; serviço já está normalizado
Meta Platforms, empresa controladora do aplicativo, pediu desculpas pela situação, mas não informou causa do ocorrido.
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O aplicativo de mensagens WhatsApp parou de funcionar para muitos usuários na madrugada desta segunda-feira, 24. No Brasil, as reclamações inciaram por volta das 4 horas. Em todo o mundo, houve relatos do problema com usuários na Índia, Reino Unido, África do Sul, além de outros países na Ásia, todos com dificuldades com o envio e recebimento de textos e vídeos. O grupo americano Meta Platforms, empresa controladora do WhatsApp, afirmou por volta das 6 horas [horário de Brasília] que resolveu o apagão mundial que afetou os bilhões de usuários de seu aplicativo de mensagens instantâneas e pediu desculpas. A origem do problema ainda não foi especificada. Algumas horas antes, o DownDetector.com, que acompanha as falhas dos serviços digitais, informou que havia observado uma grande interrupção do WhatsApp. Segundo o serviço, mais de 11.000 usuários em toda a Índia relataram uma interrupção, enquanto os números para o Reino Unido estavam em 68.000 e 19.000 para Cingapura. “Os relatos dos usuários indicam que o WhatsApp está tendo problemas desde as 09h17” [04h17 no horário de Brasília], informou o DownDetector.com. A interrupção pode ter afetado um número maior de usuários.
O WhatsApp, que superou os 2 bilhões de usuários no mundo em fevereiro de 2020, é um dos aplicativos de mensagem gratuitos mais populares do mundo. Foi comprado pelo Facebook em 2014 por pouco mais de US$ 19 bilhões, a maior compra já realizada pelo grupo de Mark Zuckerberg. No Twitter, a hashtag #whatsappdown (WhatsApp caiu, em tradução livre) esteve entre as mais usadas por usuários de todo o mundo esta manhã. Uma vez que o serviço foi restaurado, muitos internautas expressaram seu alívio. No Instagram, rede que também pertence grupo Meta, milhões de mensagens mencionaram o apagão com a hashtag #Whatsapp. No ano passado, as redes do grupo sofreram um apagão generalizado sem precedentes.
*Com informações da Reuters e da AFP
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Depois do Twitter e Meta, Amazon também planeja demissão em massa Ações da empresa caíram 40% em 2022 e deve atingir áreas do corporativo
Ações da empresa caíram 40% em 2022 e deve atingir áreas do corporativo e tecnologia.
A onda de demissões em massa em empresas de tecnologia parece se espalhar. Nesta segunda-feira, 14, o New York Times divulgou que a Amazon está planejando demitir cerca de 10 mil funcionários da área de corporativo e tecnologia. Há semanas, o Twitter também demitiu muitos funcionários após a compra da empresa por Elon Musk e Mark Zuckerberg, criador do Facebook, anunciou demissão em massa na Meta. De acordo com a publicação, as demissões na Amazon acontecerão em dispositivos, divisões de varejo e recursos humanos. No início do mês, a empresa disse que estava congelando contratações “nos próximos meses” depois de um boom de contratações na pandemia. As ações da Amazon caíram mais de 40% em 2022 até o momento. No entanto, a Federação Nacional de Varejo prevê um aumento das vendas de 6% a 8% em relação ao ano passado para as compras de fim de ano.
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