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Mais de 100 acordos são firmados durante 20ª Semana Nacional de Conciliação no Acre

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Das 401 audiências agendas para acontecer entre os dias 3 a 7 de novembro, 105 resultaram em acordo, promovendo a cultura da pacificação social

Em um universo de mais de 84 milhões de processos em trâmite no Judiciário brasileiro, com mais de 80% desse total nos tribunais estaduais, a conciliação se mostra como uma das saídas para dar vazão as demandas e resposta as pessoas. Para estimular a cultura da resolução de conflitos com acordos são realizadas nacionalmente as semanas de conciliação e, neste ano, o Judiciário do Acre realizou 105 acordos, entre os últimos dias 3 a 7 de novembro.

Durante os cinco dias de atendimento da XX Semana Nacional de Conciliação foram pautadas 401 audiências e 373 foram realizadas. Para a presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargadora Denise Bonfim, a atividade foi um sucesso.

“A Semana Nacional de Conciliação do Poder Judiciário do Acre foi um sucesso total. Marcamos 401 audiências, compareceram e realizamos 373. Um percentual maravilho de audiências realizadas e, dessas, fizemos 105 acordos. Então, isso é um sucesso total. Parabenizo todos que participaram da Semana, magistrados, servidores, juízes conciliadores e as partes que tiveram a disposição em fazer um acordo. E com isso tivemos uma pacificação social”, disse a magistrada.

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Para o presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, o diálogo e o estímulo da conciliação são caminhos para garantir a melhoria da prestação dos serviços e priorização do jurisdicionado.

“É preciso que nós coloquemos o cidadão diante de uma nova perspectiva, uma perspectiva de paz e conciliação. Sabemos que a espiral do conflito surge em uma sociedade onde as pessoas não compreendem e não dialogam. A partir do momento que se fomenta o diálogo, fomenta a empatia, com a escuta ativa, com o cuidado, com entender o outro, estamos caminhando efetivamente para a paz”, comentou Nogueira.

Mas, se você deseja fazer conciliação é possível fazer em qualquer momento do processo, seja na fase do 1º grau ou quando estiverem em grau de recurso. Essa maneira de resolver problemas é mais rápida, mais econômica e tenta proporcionar uma solução que equilibre os anseios das partes, como enfatizou a desembargadora Denise:

“Gostaria de enfatizar que não foi só essa semana, o Poder Judiciário está aberto a conciliação. Basta a pessoa se dirigir aonde está seu processo e ali informar que deseja fazer a conciliação, porque o Poder Judiciário está de portas abertas para fazer conciliação durante todo o ano”.

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Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Lançamento de aplicativo marca a transformação digital da Escola do Poder Judiciário

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Avisos, matrículas, materiais didáticos e certificados são algumas das funções facilitadas pelo App da Esjud

A Escola do Poder Judiciário (Esjud) realizou uma programação especial dedicada à inovação e tecnologia. Nesta sexta-feira, 2, ocorreu o lançamento do seu aplicativo móvel, que já pode ser acessado para download. “A Esjud inteira na palma da sua mão” – disponível para Android e IOS.

Com uma interface intuitiva e navegação fluida, a ferramenta concentra os principais serviços da Esjud: Acesso ao ambiente virtual de aprendizagem, inscrição em cursos, consulta e download de certificados, emissão de certidão, registro de certificados externos, notícias, avisos, notificações administrativas e lembretes das atividades.

App da Esjud

Na abertura do evento, o desembargador Luís Camolez, diretor da Esjud, reforçou a missão do órgão de ensino: “A escola é onde aprendemos, debatemos e progredimos. Fico feliz de estarmos com o auditório cheio, e, além disso, ter servidores conectados por videoconferência, pois é assim que esse propósito se completa”.

Após o pronunciamento, o lançamento do App da Esjud foi materializado pela adesão dos bottons de divulgação. Posteriormente, foram disponibilizados os QR Codes nos telões do auditório, os quais possibilitaram que o público baixasse e conhecesse as funcionalidades do novo canal de comunicação e serviços.

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Em seguida, o servidor da Esjud Allan Almeida contextualizou o fluxo comunicacional entre alunos e formadores, por meio do site, e-mail, WhatsApp, AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) e sistema de certificados. “Tudo isso está sendo modernizado pelo aplicativo. É importante enfatizar que o aplicativo tem uma integração completa, não é um banco de links que te direciona para um site. Está tudo funcional”, arrematou.

Portanto, o aplicativo garante mais agilidade, transparência e autonomia para alunos, formadores e servidores no acesso às informações da instituição. Também estavam presentes na solenidade as juízas e juiz auxiliares da Presidência Louise Santana, Zenice Cardozo e Giordane Dourado, bem como as magistradas Evelin Bueno, Shirlei Hage, e os magistrados Robson Aleixo, Clovis Lodi e Marlon Machado, além de secretários e servidores da instituição.

Não é sobre usar IA. É sobre pensar diferente

A programação seguiu com a palestra “Não é sobre usar IA. É sobre pensar diferente”. O juiz Johnny Clemes concatenou assuntos e atualidades de forma dinâmica, falou desde a escrita bico de pena, aos processos, riscos até o Elon Musk. O objetivo não era conhecer prompts, mas sim refletir sobre como a Inteligência Artificial (IA) tem mudado as ferramentas de trabalho.

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Durante sua apresentação, o magistrado ponderou que a IA não revela apenas o que uma máquina consegue fazer, mas sim o que ainda está sendo realizado de forma manual. A partir disso, edificou um paralelo temporal com as seguintes anteposições sobre procedimentos laborais: procurar x analisar; comparar x supervisionar; resumir x decidir; conferir x criar; organizar x interpretar; redigir x cuidar.

“Estamos preparados? Temos tecnologia e precisamos de condutas. Estamos em um momento de transformação, em que refletimos o porquê das atividades serem realizadas de certa forma. Com os novos recursos, devemos pensar: O que preciso aprender agora? Quais novas habilidades são necessárias? E o que você fará com o tempo que a IA devolver para você?”, concluiu o palestrante.

Certificação da Residência em Tecnologia da Informação.

A entrega de certificados celebrou o encerramento da Residência em Tecnologia da Informação. Ao todo, foram 12 concludentes da formação realizada pela Esjud, em parceria com o Instituto Metrópole Digital da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Fotos: Wellington Vidal* estagiário sob supervisão/ Secom

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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