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Novas medidas de cibersegurança no Poder Judiciário do Acre são aprovadas para 2026

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Objetivo é de ampliar a proteção dos dados armazenados e trafegados nos sistemas institucionais

A proteção de dados e a segurança da informação têm se consolidado como prioridades estratégicas no Poder Judiciário do Acre. Atenta aos desafios crescentes no ambiente digital e à necessidade de resguardar informações sensíveis, a gestão do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) tem intensificado ações voltadas ao fortalecimento da governança e da infraestrutura de tecnologia.

Nesse contexto, o Comitê Gestor de Segurança da Informação (CGESI) realizou, nesta quinta-feira, 12, a primeira reunião de 2026. Durante o encontro, foram aprovadas novas medidas de cibersegurança a serem implementadas ao longo do ano, com o objetivo de ampliar a proteção dos dados armazenados e trafegados nos sistemas institucionais.

A reunião foi presidida pelo desembargador Júnior Alberto e contou com as participações da juíza auxiliar da Presidência, Louise Santana, e integrantes da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic), que apresentaram as propostas estratégicas para 2026. Entre as iniciativas aprovadas estão a migração de serviços para a nuvem, a realização de visitas técnicas, adequações às principais resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre cibersegurança (Resoluções n.º 371 e n.º 396), além de campanhas educativas voltadas ao público interno. Outras medidas também foram discutidas, com foco no contínuo aprimoramento das políticas de segurança da informação.

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O desembargador Júnior Alberto destacou a relevância do tema para a instituição. “A proteção de dados é uma responsabilidade institucional permanente. Precisamos garantir que as informações sob nossa guarda estejam seguras, preservando não apenas os sistemas, mas a confiança da sociedade no Poder Judiciário”, afirmou.

A juíza auxiliar da Presidência, Louise Santana, ressaltou os avanços já alcançados. “As medidas de segurança que adotamos nos últimos anos se mostraram eficazes e trouxeram resultados concretos. Agora, seguimos avançando, com novas estratégias e investimentos, para fortalecer ainda mais nossa estrutura de proteção da informação”, enfatizou.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Juíza Louise Santana representa o TJAC em encontro nacional das Coordenadorias da Mulher

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Evento do CNJ debate ações para fortalecer o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres

A juíza auxiliar da Presidência e coordenadora Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cosiv), Louise Santana, representou o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) no Encontro Nacional das Coordenadorias da Mulher, acompanhada da assessora Amália Costa. Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o evento foi realizado na última terça-feira, 2, em Brasília, e reuniu representantes do Judiciário brasileiro.

A programação contou com a participação de magistradas, magistrados, especialistas e representantes de instituições que atuam na proteção dos direitos das mulheres. O objetivo do evento era compartilhar experiências, discutir desafios e alinhar estratégias voltadas ao fortalecimento das políticas judiciárias de enfrentamento à violência. Assim, promover um espaço de diálogo e construção coletiva de soluções.  

Entre os destaques da agenda esteve a apresentação do Diagnóstico Nacional das Medidas Protetivas de Urgência (MPUs), realizada pelas juízas auxiliares da Presidência do CNJ, Suzana Massako e Camila Pullin. O levantamento busca subsidiar o aperfeiçoamento das ações de proteção às mulheres em situação de violência em todo o país.

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No encerramento do encontro, o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, destacou que as coordenadorias locais representam o elo do Judiciário com a vida das mulheres. “Nossa missão é chegar antes que o luto se instaure, para que, no Brasil, o feminicídio deixe de ser uma realidade cotidiana e passe a ser memória de um tempo que este país teve a coragem de superar”, afirmou.

O ministro também ressaltou que a Lei Maria da Penha proporcionou avanços significativos, mas que isso não autoriza a acomodação das instituições. “Temos ainda cerca de 1,3 milhão de processos pendentes de julgamento. Atrás de cada número, há uma história interrompida; uma família em ruptura; uma rede de afetos partida; uma grave violência contra as mulheres”, lembrou.

Fotos: cedidas

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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