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Ponto de Inclusão Digital Cidade do Povo: espaço para população falar com Judiciário e acessar serviços públicos online
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Moradoras e moradores da região podem ir até a unidade dentro da Escola de Gastronomia para participar de audiências, ingressar com processo, verificar andamento de processo, tirar certidões negativas e ainda acessar serviços virtuais da Justiça Federal, Eleitoral, do Trabalho, Ministério Público, Defensoria e da Oca
Você mora na Cidade do Povo, em Rio Branco, e precisa de atendimento do Judiciário? Consultar um processo? Participar de uma audiência? Apresentar uma reclamação? Conversar com a Defensoria ou com o Ministério Público? Emitir certidões negativas junto às Justiças estadual e federal? Vá até o Ponto de Inclusão Digital, chamado PIDJus, localizado na Escola de Gastronomia.
Os PIDJus foram instituídos pela Presidência do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) seguindo resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para levar braços do Judiciário a escolas, associações e outros ambientes situados em lugares distantes das sedes, fóruns e comarcas. Os espaços são equipados com computadores, câmeras e monitores capacitados a auxiliar as pessoas a entrarem em contato com órgãos públicos.
O objetivo é ampliar o acesso à Justiça e viabilizar serviços públicos às cidadãs e aos cidadãos em regiões afastadas. O PIDJus da Cidade do Povo foi o primeiro a ser instalado no Acre, em 21 de julho de 2023. Nesse período, foram inauguradas outras unidades e estão funcionando nove Pontos de Inclusão Digital em bairros periféricos, municípios isolados e comunidades indígenas.
Veja abaixo onde estão os outros PIDJus no Acre:
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Terra Indígena Igarapé do Caucho, na Escola Estirão do Caucho, em Tarauacá;
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Vila do Incra, na sede da Defensoria, em Porto Acre;
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Vila Campinas, na Escola Estadual de Educação Básica São Luiz Gonzaga, em Plácido de Castro;
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Terra Indígena Puyanawa, na Escola Indígena Ixubai Rabui Puyanawa, em Mâncio Lima;
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Porto Walter, no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) local;
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Marechal Thaumaturgo, no Cejusc local;
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Santa Rosa do Purus, no Cejusc local;
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Jordão, no Cejusc local;
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PopRuaJud, no Centro Pop, em Rio Branco.
O PIDJus congrega os atendimentos virtuais de mais seis órgãos: o Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT-14), o Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC) e o Governo do Estado do Acre, com emissão de certidões e videochamadas para a OCA. Além desses, também são parceiros do PIDJus a Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE) e o Instituto de Educação Profissional e Tecnológica Dom Moacyr (Ieptec).





Fotos: Elisson Magalhães e Emanuelly Falqueto/Secom TJAC
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
TJ AC
Esjud debate acessibilidade no Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência
Encontro teve a finalidade de apresentar diagnóstico para embasar o Projeto de Identificação Visual e de Acessibilidade da Escola
No “Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (PcD)”, 21 de setembro, profissionais da Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) e de diversos setores do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) debateram a acessibilidade, sob o entendimento de que ela é algo fundamental para garantir inclusão, respeito e equidade na Instituição.
Diretor do Órgão de Ensino, o desembargador Luís Camolez participou da reunião de trabalho, destacando a necessidade da iniciativa. “É algo muito importante, pois nossa maior preocupação não deve ser se nossos espaços estão bonitos ou feios, mas se são inclusivos e acolhedores para as pessoas que nos visitam”, disse.
Ao citar exemplos de outras instituições que avançaram na acessibilidade, como o TRE-AC, Camolez desejou aos servidores(as) “estimulem a criatividade e o conceito sobre a temática”.
Diagnóstico de Acessibilidade Arquitetônica
Letícia Medeiros conduziu uma apresentação sobre as atuais condições estruturais e arquitetônicas da Esjud.
De acordo com a analista judiciária, o diagnóstico foi elaborado com a finalidade de subsidiar tecnicamente o Projeto de Identificação Visual e Acessibilidade da Escola.
Foram avaliados a circulação e rotas acessíveis, portas e passagens, a sinalização e a comunicação espacial, sanitários, mobiliário, o auditório e as áreas de permanência.
“É preciso identificar barreiras arquitetônicas, avaliar condições de acessibilidade existentes, verificar a conformidade normativa, bem como orientar futuras adequações arquitetônicas e de sinalização acessível”, explicou a arquiteta.
A partir de agora serão definidas diretrizes para adequação a curto, médio e longo prazos, para que sejam implementadas melhorias capazes de tornar a Esjud um espaço cada vez mais acolhedor, acessível e humano.



Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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