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TJAC dá mais um passo na implantação do eproc com a capacitação de servidores

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Varas de Família recebem treinamento na nova ferramenta de tramitação processual do Judiciário acreano

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) iniciou, nesta quinta-feira, dia 16, a quinta etapa de implantação do sistema processual eproc no Judiciário acreano, com a capacitação das servidoras e servidores das Varas de Família no curso “Eproc 1º Grau: Formação Básica para Unidades Judiciais”, promovido com o apoio da Escola do Poder Judiciário (Esjud).

Na ocasião, os profissionais aprenderam as principais funcionalidades do eproc, desde como se cadastrar no sistema até como personalizar documentos e interfaces. Além disso, os usuários puderam explorar a nova ferramenta e sanar dúvidas.

O curso, ministrado pelos servidores Lisli Melo e Jan Pimentel, teve como objetivo tornar esta migração de sistema mais descomplicada. Cerca de 30 profissionais participaram da atividade, todos servidoras e servidores da 1ª, 2ª e 3ª Vara de Família, além dos juízes Maha Manasfi e Francisco Vilela.

Conforme o cronograma, essas unidades judiciais serão as próximas a receber o eproc. A implantação ocorrerá nesta sexta-feira, dia 17. Ainda este mês está prevista a chegada do sistema nas varas cíveis da Comarca de Rio Branco.

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Durante a abertura da capacitação, a coordenadora-geral de implantação do eproc no TJAC, juíza Louise Santana, ressaltou a todos a importância da formação no novo sistema: “O treinamento de hoje não vai exaurir o conteúdo. Nós vamos demonstrar as principais funcionalidades, como cadastro de processo e agendamento de audiência. É um dia para as senhoras e senhores fazerem uma imersão no eproc”.

A magistrada também tratou do suporte dado pela Administração nesta transição de ferramenta, ao citar diferentes iniciativas desenvolvidas, como o canal no WhatsApp da Coordenadoria de Análise e Automação de Processos Judiciais (COAAP), que tem auxiliado no esclarecimento de dúvidas e problemas técnicos, bem como o portal eproc, onde se pode encontrar manuais, notícias, informes e tutoriais sobre o novo sistema.

Para o juiz titular da 1ª Vara de Família, Francisco Vilela, é imprescindível a formação, pois ela familiariza as servidoras e servidores com a ferramenta; ou seja, com esse conhecimento prévio, evita-se a diminuição da eficiência dos serviços prestados pela Justiça acreana.

“Entendo como relevante a implantação do eproc, que já vem acontecendo em outras unidades judiciárias. A expectativa é muito boa: que seja um sistema bem acessível a todos, que ajude na resolução das atividades jurisdicionais com mais presteza e funcionalidade”, concluiu o magistrado.

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Fotos: Wellington Vidal – estagiário sob supervisão 

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Juíza Louise Santana representa o TJAC em encontro nacional das Coordenadorias da Mulher

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Evento do CNJ debate ações para fortalecer o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres

A juíza auxiliar da Presidência e coordenadora Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cosiv), Louise Santana, representou o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) no Encontro Nacional das Coordenadorias da Mulher, acompanhada da assessora Amália Costa. Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o evento foi realizado na última terça-feira, 2, em Brasília, e reuniu representantes do Judiciário brasileiro.

A programação contou com a participação de magistradas, magistrados, especialistas e representantes de instituições que atuam na proteção dos direitos das mulheres. O objetivo do evento era compartilhar experiências, discutir desafios e alinhar estratégias voltadas ao fortalecimento das políticas judiciárias de enfrentamento à violência. Assim, promover um espaço de diálogo e construção coletiva de soluções.  

Entre os destaques da agenda esteve a apresentação do Diagnóstico Nacional das Medidas Protetivas de Urgência (MPUs), realizada pelas juízas auxiliares da Presidência do CNJ, Suzana Massako e Camila Pullin. O levantamento busca subsidiar o aperfeiçoamento das ações de proteção às mulheres em situação de violência em todo o país.

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No encerramento do encontro, o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, destacou que as coordenadorias locais representam o elo do Judiciário com a vida das mulheres. “Nossa missão é chegar antes que o luto se instaure, para que, no Brasil, o feminicídio deixe de ser uma realidade cotidiana e passe a ser memória de um tempo que este país teve a coragem de superar”, afirmou.

O ministro também ressaltou que a Lei Maria da Penha proporcionou avanços significativos, mas que isso não autoriza a acomodação das instituições. “Temos ainda cerca de 1,3 milhão de processos pendentes de julgamento. Atrás de cada número, há uma história interrompida; uma família em ruptura; uma rede de afetos partida; uma grave violência contra as mulheres”, lembrou.

Fotos: cedidas

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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