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SENAR-MT E Sindicato Rural entregam kits de equoterapia para a APAE de Campo Novo do Parecis

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Seis kits para a prática de equoterapia composto por seis mantas, três selas australianas e seis capacetes hípicos foram entregues na última sexta-feira (26.11) para Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Campo Novo do Parecis. A entrega foi feita pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) para o Sindicato Rural do município que repassou para a Apae.

Quem recebeu não escondeu a satisfação. A presidente da Apae, Lucélia Tonin conta que, atualmente, são atendidas 25 pessoas no projeto de Equoterapia da Apae de Campo Novo. “Mas a nossa meta é dobrar os atendimentos. Este material vai nos ajudar a cumprir esta meta”.

A psicóloga responsável pelo projeto de equoterapia na Apae, Thalita Nicolay destaca que o uso de equipamentos adequados para a prática do projeto é extremamente importante para os participantes alcançarem melhores resultados. “Mais que isso, com equipamento, material adequado e pessoal capacitado podemos atender mais pessoas e termos mais qualidade nos serviços prestados”.

O presidente recém empossado do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, Bruno Giacomeli acrescenta que a Apae é parceira do Sindicato Rural há muito tempo. “O fato de podermos contribuir para melhorar os serviços e aumentar o atendimento é muito importante para nós. Continuaremos buscando apoio e auxílio”, destaca.

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Quem solicitou os novos kits foi o ex-presidente do Sindicato Rural e atual vice-presidente Jonas Iapp. Ele declara que há uma grande demanda. “Em função disso, fomos buscar ajuda. Esta parceria com o Senar-MT contribuirá muito para o projeto. Este apoio é fundamental para nós”.

O superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT), Francisco Olavo Pugliesi de Castro, conhecido popularmente como Chico da Pauliceia destaca que a equoterapia está entre os projetos mais importantes da Promoção Social do Senar-MT. “É uma honra para a instituição contribuir com o trabalho da Apae. Ficamos satisfeitos por melhorar a qualidade dos serviços prestados e o conforto dos praticantes”

Além dos kits, o Senar-MT também oferece capacitação e qualificação para os parceiros e apoia financeiramente instituições consolidadas que executam atendimentos gratuitos para a população carente em mais de 20 municípios mato-grossenses.

Os interessados em ter o apoio do Senar-MT em seus projetos de Equoterapia devem procurar o Sindicato Rural de sua cidade.

EQUOTERAPIA – A terapia com o auxílio de cavalos é indicada para pessoas com disfunção motora, cognitiva, sensorial e psicológica. Não é utilizada como terapia substitutiva, mas sim como um recurso que tem o objetivo de potencializar o processo de reabilitação e habilitação.

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É uma técnica que torna o tratamento agradável, efetivo e de melhor aceitação por parte das crianças ou adultos com necessidades especiais. A Equoterapia é uma forma alternativa de tratamento que tem o objetivo de responder aos anseios e limitações dos demais métodos de tratamento.

Para desenvolver a equoterapia e atender as necessidades dos praticantes é preciso uma equipe multiprofissional que atue de forma interdisciplinar para obter os melhores resultados. Para o praticante há vários benefícios. Dentre eles a melhora no desenvolvimento neuropsicomotor dos pacientes, aumento da autoestima, melhora no convívio social, concentração, postura e independência dos pacientes.

A equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência ou com necessidades especiais.

Fonte: CNA Brasil

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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