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Senar-RS abre inscrições para processo seletivo do curso Técnico em Agronegócio

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS) publicou edital com o regulamento para a seleção dos novos alunos para o Curso Técnico de Nível Médio em Agronegócio, na modalidade ensino a distância (EaD). No primeiro semestre de 2022, serão ofertadas 50 vagas, divididas entre os polos de apoio presencial da Rede e-Tec Brasil – parceira do Senar em ações de educação profissional e tecnológica – em Cruz Alta e São Sepé.

As inscrições para o processo seletivo são gratuitas e devem ser feitas no site http://etec.senar.org.br/ até as 23h59min do dia 24 de janeiro (horário de Brasília). Podem participar do processo seletivo jovens e adultos que já tenham concluído o Ensino Médio. As vagas serão preenchidas prioritariamente por produtores rurais e seus familiares, ou ainda por trabalhadores do campo. 

Serão exigidos documentos que comprovem tanto a escolaridade quanto a atividade rural do candidato. A seleção consiste na análise dessa documentação (confira a relação no edital), no endereço http://etec.senar.org.br/curso-tecnico-em-agronegocio-processo-seletivo-20221. As vagas que não forem ocupadas serão ofertadas ao público em geral.

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A lista preliminar dos selecionados será divulgada em 22 de fevereiro de 2022 e a classificação final será publicada três dias depois, após o prazo de recursos, no portal eletrônico http://etec.senar.org.br

O curso

O curso Técnico em Agronegócio é semipresencial e tem duração de 1.200 horas (quatro semestres). A maior parte do ensino é a distância, com conteúdos disponibilizados na Internet, no material impresso e nas videoaulas. 

Os encontros presenciais, obrigatórios, representam 20% da carga horária total do curso e contemplam aulas teóricas, atividades práticas e avaliações. As datas dos encontros serão descritas no calendário de atividades a ser informado aos alunos, e ocorrerão nos polos de apoio de Cruz Alta e São Sepé.

A formação técnica ofertada pelo Senar tem como proposta transformar os alunos em profissionais para a execução de ações de gestão e de operação das cadeias produtivas do agronegócio, de acordo com as boas práticas agrícolas, normas técnicas, legislações. É uma formação que visa o sucesso pessoal e profissional, já que os técnicos formados podem atuar em processos internos da propriedade, em empresas comerciais, agroindústrias, serviços de assistência técnica, extensão rural e pesquisa.

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Processo seletivo do curso Técnico em Agronegócio Rede e-Tec/Senar

Inscrições: até as 23h59min do dia 16 de julho, no site http://etec.senar.org.br/

Edital: http://etec.senar.org.br/curso-tecnico-em-agronegocio-processo-seletivo-20221

Lista preliminar dos selecionados: 22 de fevereiro de 2022

Classificação final: 25 de fevereiro de 2022

Fonte: CNA Brasil

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Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

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A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

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A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

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O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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