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Estados Unidos se preparam para chegada do fortalecido furacão Ian na Flórida

Se previsões se confirmarem, ventos atingirão categoria 4 na quarta-feira, quando sobrevoará águas quentes do Golfo do México, depois de tocar o solo em Cuba.

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Imagem aérea de um furacão se formando - EFE/NOAA/NHC

Com emergência declarada, a Flórida, nos Estados Unidos, se prepara para a chegada do furacão Ian, de categoria 2 (de um máximo de 5 na escala Saffir-Simpson) e que deve ganhar grande proporção antes de alcançar a parte central da costa oeste do estado nesta semana. Se as previsões se confirmarem, os ventos de Ian atingirão a categoria 4 na quarta-feira, 28, quando sobrevoará as águas quentes do Golfo do México, depois de ter tocado o solo em Cuba. Na quinta-feira, 29, com ventos de categoria 3, afetará a baía de Tampa, e na sexta-feira, 30, com categoria 1, tocará a terra mais ao norte na Flórida. A mensagem das autoridades para os residentes na Flórida é clara: não estejam despreparados. “Sabemos que vamos ter um grande impacto no estado”, disse na última segunda-feira, 26, o governador da Flórida, Ron DeSantis, acrescentando que muitas pessoas no caminho que Ian deve passar provavelmente ficarão sem energia elétrica. A empresa de fornecimento de eletricidade FPL anunciou que mobilizou mais de 13 mil trabalhadores para restaurar a energia em caso de furacões, enquanto a Duke Energy, sem dar números, disse que tinha feito para “restabelecer a energia da forma mais rápida e segura possível”. Em comunicado, o governo dos Estados Unidos disse, também nesta segunda, que as atividades de resposta da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA) “já estão em curso”.

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Segundo os meteorologistas do Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês), os possíveis efeitos de Ian na Flórida são uma subida do nível do mar devido ao aumento da tempestade, o que significa a entrada de água do mar em terra e ventos fortes que podem danificar infraestruturas e edifícios, e chuvas fortes, que podem causar inundações. O NHC advertiu nesta tarde que pancadas de chuva podem elevar o nível do mar de 1,5 a 3 metros na área de Tampa, a que mais sofrerá o impacto de Ian. Mais de 3,1 milhões de pessoas residem na baía de Tampa. A imprensa local de Tampa noticiou nesta segunda sobre as melhores rotas para aqueles que decidirem deixar as suas casas enquanto Ian está perto e o que levar. Entretanto, as autoridades deram os conselhos habituais sobre como proteger casas e empresas e como não colocar vidas em risco, e anunciaram onde serão distribuídos sacos de areia para impedir a entrada de água nos edifícios. Muitas pessoas foram a supermercados, lojas de ferragens e estações de serviço para se abastecer, mas muitos produtos já estavam esgotados.

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*Com informações da EFE

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Suspensão de voos nos EUA provoca impacto pontual no Brasil

A companhia aérea Azul registrou atrasos na decolagem de alguns voos, enquanto os voos da Gol e da Latam Brasil partiram no horário previsto.

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O caos aéreo registrado na manhã desta quarta-feira (11) nos Estados Unidos, onde todas as companhias aéreas tiveram que suspender decolagens das 9h às 11h (horário de Brasília) após uma falha em um sistema, surtiu efeitos pontuais no Brasil.

A companhia aérea Azul registrou atrasos na decolagem de alguns voos, enquanto os voos da Gol e da Latam Brasil partiram no horário previsto.

Cerca de 4.000 voos sofreram atrasos nesta manhã nos Estados Unidos, segundo o site de rastreamento FlightAware. Outros 600 domésticos e internacionais teriam sido cancelados.

“A Azul informa que em virtude de problemas no sistema da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos da América registrado esta manhã, os voos AD 8703 (Fort Lauderdale-Viracopos) e AD 8709 (Orlando-Viracopos) sofreram atrasos na decolagem”, informou a companhia aérea, em nota.

“A Azul destaca que o sistema da FAA [autoridade aérea americana] foi normalizado ainda pela manhã e o embarque de clientes retomado logo em seguida”, disse. A companhia opera dois voos diários para a Flórida e dois voos diários para Orlando, partindo do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

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Também por meio da sua assessoria de imprensa, a Latam Brasil informou que as suas rotas estão operando normalmente. O voo LA8195 (Miami-São Paulo/Guarulhos) decolou nesta manhã sem atraso, segundo a companhia. A aérea opera 28 voos por semana entre Brasil e Estados Unidos, com destino a Miami, Nova York, Boston e Orlando.

Já a Gol -que realiza voos diários entre Brasília e Miami, e Brasília e Orlando- informou que os dois voos que partiram do Brasil na manhã desta quarta estavam no horário e não houve mudanças. Ambos os voos têm o seu retorno para a capital federal dentro do previsto.

Segundo a Gol, para a alta temporada, até 31 de janeiro, foram incluídas mais três operações por semana entre Brasília e Orlando, totalizando dez voos semanais nesta rota.

No primeiro trimestre de 2022, os Estados Unidos foram o segundo principal destino de viagem dos brasileiros, só atrás da Europa, de acordo com a Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens).

Segundo a instituição, até a manhã desta quarta, não havia manifestações de passageiros brasileiros no território americano com dificuldades de retornar ao país.

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A Administração Federal de Aviação americana (FAA, na sigla em inglês) informou nesta manhã, no seu perfil no Twitter, que “operações de tráfego aéreo estão sendo retomadas gradualmente nos EUA após uma interrupção noturna no sistema de aviso às missões aéreas que fornece informações de segurança para tripulações de voo. O impedimento de decolagens foi suspenso.”

A Casa Branca afirmou que não há evidências de ataque cibernético.

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