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Atualização

Polícia Civil do Acre apresenta novo RG aos gestores da OCA de Brasileia

O Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre (PC/AC) apresentou nesta terça-feira, 13, a nova Carteira Nacional de Identificação aos funcionários da Organização em Centros de Atendimento (OCA) de Brasileia, no interior do estado. Na oportunidade, foi ministrada uma palestra para os funcionários da autarquia.

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Os funcionários da OCA, responsáveis pelo atendimento ao público, foram instruídos sobre os procedimentos corretos para verificar a autenticidade do documento. Foto: cedida.

A Carteira de Identificação Nacional (CIN), que substitui o Registro Geral (RG), visa modernizar e aprimorar a identificação do cidadão, proporcionando uma documentação mais segura e tecnologicamente avançada.

Durante a reunião foram destacadas as mudanças e benefícios do novo RG, como tecnologias avançadas de segurança e inclusão de dados biométricos. O documento proporcionará uma identificação mais precisa e confiável.

O diretor do Instituto de Identificação da PC/AC, Júnior César da Silva, explicou que o novo RG representa uma mudança significativa na identificação civil, e os funcionários da OCA estão preparados para implementar essa inovação, proporcionando um atendimento eficiente e seguro aos cidadãos.

“A nova carteira traz avanços significativos em relação à versão anterior. Uma das principais inovações é a introdução de um chip de identificação, que armazena os dados biométricos do cidadão, como impressões digitais e fotografia, de forma criptografada. Isso torna a carteira mais segura e difícil de ser falsificada”, explicou Júnior César.

Além disso, a nova carteira conta com um design mais moderno e funcional. Ela possui elementos de segurança visíveis e invisíveis, como marca d’água, holografias e tintas especiais, que dificultam a reprodução ilícita do documento. Também foram adotadas medidas para evitar a clonagem e adulteração da carteira.

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Os funcionários da OCA, responsáveis pelo atendimento ao público, foram instruídos sobre os procedimentos corretos para verificar a autenticidade do documento. A expectativa é de que a nova carteira seja gradualmente disponibilizada para todos os cidadãos do Alto Acre, que compreende as cidades de Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri.

Com a introdução da nova Carteira Nacional de Identificação, a Polícia Civil e o Instituto de Identificação reafirmam seu compromisso em promover a segurança e a proteção dos direitos dos cidadãos brasileiros, utilizando tecnologia de ponta no combate à fraude e à criminalidade relacionada à identidade.

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Espetáculo Tons da Resistência leva música e reflexão sobre igualdade racial a estudantes da Escola Paulo Freire

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A Secretaria de Estado de Educação e Cultura do Acre (SEE), por meio da Divisão de MultiArte, promoveu na manhã desta sexta-feira, 19, o espetáculo Tons da Resistência, para estudantes dos anos finais do ensino fundamental da Escola Estadual Paulo Freire, em Rio Branco. A atividade integra as ações do projeto de leitura da unidade escolar, intitulado “Uma viagem pelo mundo da leitura”, desenvolvido ao longo de todo o ano letivo.

Estudantes acompanham o espetáculo Tons da Resistência, que aborda a cultura afro-brasileira e o combate ao racismo. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A apresentação musical levou aos estudantes canções e reflexões sobre a valorização da cultura afro-brasileira e o combate ao racismo, em conformidade com a Lei nº 10.639, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas.

De acordo com a coordenadora pedagógica da Escola Paulo Freire, Francisca Barros, a ação faz parte de uma série de atividades voltadas ao fortalecimento da leitura e da produção textual entre os estudantes.

“Essa apresentação integra as diversas atividades que temos realizado ao longo de 2026, dando continuidade ao trabalho desenvolvido em anos anteriores. É fundamental contar com o apoio da Secretaria de Educação e de outros setores, para elevar nossos indicadores de proficiência leitora, mostrando aos estudantes que a leitura é uma prática essencial e está presente em seu cotidiano”, destacou.

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Coordenadora pedagógica da Escola Paulo Freire, Francisca Barros, destaca parceria com a SEE para fortalecer ações do projeto de leitura. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Segundo a coordenadora, os alunos do 6º ao 9º ano vêm participando de atividades relacionadas aos diversos gêneros textuais, com acompanhamento especial dos professores de Língua Portuguesa. As produções elaboradas pelos estudantes são expostas e recebem uma premiação simbólica, como forma de valorizar o processo de aprendizagem.

A apresentação do grupo MultiArte foi uma iniciativa proposta por professores de diferentes componentes curriculares da escola, em razão da relevância da temática. “O retorno dos estudantes tem sido muito positivo. Eles estão atentos e engajados, o que demonstra a importância do trabalho coletivo e do apoio institucional”, acrescentou Francisca.

Integrante da equipe MultiArte da SEE, a artista Sandra Buh explicou que o projeto Tons da Resistência surgiu da necessidade de trabalhar a temática étnico-racial ao longo de todo o ano letivo, e não apenas no mês de novembro.

Artista da equipe MultiArte da SEE, Sandra Buh explica que o espetáculo Tons da Resistência busca promover o debate sobre as relações étnico-raciais por meio da música e da arte. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“O projeto utiliza a música e a interação com os estudantes para apresentar compositores contemporâneos pouco difundidos pela mídia tradicional, promovendo uma abordagem contínua sobre as relações étnico-raciais, conforme prevê a legislação. A receptividade tem sido excelente, e nesta semana realizamos a sexta apresentação”, afirmou.

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Sandra ressaltou que as escolas interessadas em receber o espetáculo ou outras ações do programa MultiArte podem entrar em contato e solicitar a apresentação.

Encantamento e aprendizado

A estudante Ana Clara Saad, do 6º ano, destacou que a apresentação despertou reflexões sobre a história do povo negro e chamou sua atenção pela estética e pela sonoridade.

“Foi uma experiência que me tocou profundamente. As músicas me fizeram refletir sobre o sofrimento enfrentado durante a escravidão e gostei muito da estrutura musical. Gostaria que mais atividades assim acontecessem na escola”, disse.

Maria Clara Saad, do 6º ano da Escola Paulo Freire, afirmou que a apresentação despertou reflexões sobre a história do povo negro e destacou a beleza da sonoridade e da estética do espetáculo. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Para Brenda Ângeles, do 8º ano, o espetáculo contribui para conscientizar sobre os impactos do racismo e valorizar a cultura. “É importante para ensinar as pessoas a combaterem o racismo e também para incentivar a cultura. Gostei das músicas e gostaria de conhecer ainda mais canções sobre esse tema”, afirmou.

Já Eloá Rebeca Valente, do 6º ano, comparou a experiência a um espetáculo profissional: “Parecia que estávamos assistindo a um show pela televisão. Gostei muito da voz dos cantores e dos instrumentos. Foi muito bonito ver como as músicas representaram a cultura e a história do povo negro. Quero que eles voltem mais vezes à nossa escola”.

Fonte: Governo AC

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