RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

3ª edição do Festival Harmoniza celebra vinhos, queijos e cultura regional no fim de semana do Dia dos Pais

Publicados

AGRONEGÓCIO

O Harmoniza – Festival de Vinhos e Queijos do Caminho Novo chega à sua terceira edição e promete ser uma excelente opção de lazer para o final de semana do Dia dos Pais. O evento será realizado nos dias 8, 9 e 10 de agosto, no estacionamento frontal do Shopping Jardim Norte, em Juiz de Fora (MG), com entrada gratuita.

Com foco na valorização da produção rural de laticínios da região e na harmonização com vinhos de diferentes países, o Harmoniza tem se consolidado como um dos principais eventos gastronômicos da Zona da Mata mineira, unindo degustação, cultura, conhecimento e entretenimento para todas as idades.

Queijos artesanais e vinhos de vários países

O festival contará com quase uma dezena de produtores de queijos do Arranjo Produtivo Local do Queijo Minas do Caminho Novo. Serão oferecidas opções como:

  • Minas frescal e minas frescal trufado
  • Minas padrão, meia cura e prato
  • Muçarela, provolone, cobocó
  • Parmesão, reino, emental, gruyère e gorgonzola
Queijos autorais, muitos deles premiados nacional e internacionalmente

Além dos queijos, o público poderá degustar vinhos comercializados em taças e garrafas, cuidadosamente selecionados para harmonizar com os sabores oferecidos.

Leia Também:  Mercado brasileiro de algodão ganha ritmo em novembro, mas preços seguem abaixo de Nova York
Produtos locais e workshops com especialistas

Durante o festival, os visitantes também poderão adquirir outros produtos rurais, como pão de queijo, iogurtes, doce de leite, manteiga e requeijão.

O evento oferece ainda uma rica programação de workshops gratuitos, conduzidos pelo professor Nelson Tenchini, do Instituto de Laticínios Cândido Tostes (EPAMIG/ILCT). As oficinas abordarão temas como a produção artesanal de queijos e suas possíveis harmonizações com vinhos, cervejas e cafés.

Almoço especial com chef convidada

Nos dias 9 e 10 (sábado e domingo), o destaque da Cozinha Show será o preparo ao vivo de duas massas artesanais com molhos autorais, assinados pela chef Úrsula Guedes, da Don Túlio. Os pratos serão elaborados com queijos dos produtores locais, oferecendo uma verdadeira experiência gastronômica ao público.

Praça de alimentação diversificada

A praça de alimentação do Harmoniza contará com uma ampla variedade de opções, incluindo:

  • Pizzas, hambúrgueres, espetinhos, porções na pedra e torresmo
  • Massas, frios, fondues e doces portugueses
  • Churros, pipoca gourmet, cafés especiais e cerveja artesanal
Diversão para toda a família

Entre as atrações de lazer, o evento traz novamente o tradicional Bingo do Queijo, uma atividade divertida para amigos e familiares. Também haverá um Espaço Kids gratuito, com recreação do Tio Macarrão, brinquedos, pintura facial, balões e oficinas para criação de lembrancinhas para o Dia dos Pais.

Leia Também:  Soja se mantém firme no Brasil apesar de pressão em Chicago e expectativas do USDA
Música ao vivo com artistas regionais e atração nacional

A programação musical está recheada de talentos locais e contará com uma atração nacional. Entre os confirmados estão:

  • DJ Thiago Madera
  • Três Dias
  • Afroditte
  • Rockstory
  • Aline Crispin
  • Grupo Trupicada

Sylvinho Blau Blau, ícone da década de 1980, que se apresenta no sábado com seus maiores sucessos e hits da geração.

Realização e parceiros

O evento é uma realização da Vila Brasil, com o apoio da Prefeitura de Juiz de Fora, Supermercados BH, Shopping Jardim Norte, Sindicato Rural, Sistema FAEMG/SENAR e o vereador Marlon Siqueira.

Com entrada gratuita e programação variada, o Harmoniza 2024 promete reunir sabores, cultura, música e lazer em um fim de semana especial para celebrar o Dia dos Pais em família.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Fracassa acordo no STF e disputa sobre Moratória da Soja volta a julgamento

Publicados

em

Por

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a tentativa de construir um acordo entre produtores rurais, indústria, ambientalistas e Ministério Público sobre a Moratória da Soja. Sem consenso entre as partes, o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) devolveu os quatro processos relacionados ao tema aos ministros relatores, abrindo caminho para a retomada do julgamento das ações, ainda sem data definida.

Em despacho assinado nesta sexta-feira (12.06), o juiz auxiliar da Presidência do STF e supervisor do Nusol, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, afirmou que as reuniões realizadas entre abril e maio chegaram a criar um ambiente favorável à conciliação, mas houve recuo dos envolvidos, inviabilizando uma solução negociada.

“Durante as tratativas, instaurou-se amplo diálogo entre os envolvidos, tendo-se verificado, em determinado momento, ambiente propício à construção de solução consensual. Contudo, sobreveio recuo das partes, o que impossibilitou a composição”, registra o documento.

Segundo o STF, a tentativa de mediação não buscava discutir a constitucionalidade das leis estaduais questionadas, mas os efeitos práticos decorrentes de uma eventual decisão da Corte. A preocupação é evitar a multiplicação de disputas judiciais em diferentes instâncias após o julgamento das ações.

Leia Também:  BNDES autoriza renegociação de dívidas do custeio da safra 2024/25

As tratativas envolveram representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Ministério Público Federal e dos governos de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins, além de partidos políticos autores das ações.

Com o fim da mediação, o Nusol reenviou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7774, relatada pelo ministro Flávio Dino; 7775, sob relatoria de Dias Toffoli; e 7863 e 7959, ambas sob responsabilidade do ministro Luiz Fux.

As ADIs 7774 e 7775 questionam leis aprovadas em Mato Grosso e Rondônia que retiraram benefícios fiscais de empresas participantes de acordos privados, como a Moratória da Soja.

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelece que empresas signatárias não adquiram grãos produzidos em áreas do bioma Amazônia desmatadas após 2008, ainda que a abertura das áreas tenha ocorrido dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.

A disputa ganhou novo capítulo após a entrada em vigor, no início de 2026, da lei de Mato Grosso que impôs restrições às tradings participantes do acordo. A medida contribuiu para o esvaziamento da Moratória, com a saída da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e das empresas associadas.

Leia Também:  Soja reage a tensões no Oriente Médio, petróleo em alta e expectativas de compras da China

No fim do ano passado, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de todas as ações judiciais e administrativas relacionadas à Moratória da Soja, incluindo processos que pedem indenizações. Em uma dessas ações, produtores rurais de Mato Grosso reivindicam ressarcimento superior a R$ 1 bilhão. O setor também acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusando as tradings de formação de cartel.

A tentativa de mediação havia sido anunciada em março, durante o julgamento das ações pelo plenário do STF. Com o fracasso das negociações, caberá agora aos ministros dar prosseguimento à análise do caso.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA