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Davi comemora acordo para pesquisa de petróleo na Margem Equatorial

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, celebrou o resultado da reunião nesta terça-feira (12) entre Petrobras e Ibama que selou um acordo para avançar na pesquisa exploratória de petróleo na Margem Equatorial.

A petrolífera e o órgão ambiental concordaram com a realização da avaliação pré-operacional (APO), passo essencial para a emissão da licença de perfuração do poço exploratório no bloco FZA-M-59, na bacia da Foz do Amazonas. Em nota, Davi destacou o avanço como uma “vitória do Amapá e do Brasil”. 

A data para o início da APO ainda será divulgada oficialmente pelo Ibama. A avaliação, que simula uma emergência ambiental envolvendo vazamento de petróleo, deverá durar entre três e quatro dias.

Nota à Imprensa:

Recebi com grande alegria, nesta terça-feira (12), a notícia sobre o avanço nas etapas para a pesquisa exploratória de petróleo na Margem Equatorial. Foi definida a realização de um exercício de simulação, com duração estimada de três a quatro dias, para testar a capacidade de resposta das equipes. A data para a avaliação pré-operacional  provavelmente será no próximo dia 24, a depender da avaliação dos técnicos do Ibama e da Petrobras.

Essa é uma vitória do Amapá e do Brasil. Um marco, resultado do empenho e do trabalho conjunto de vários atores que defendem um futuro energético sustentável para o nosso país. 

Parabenizo e agradeço a todos os envolvidos! 

Davi Alcolumbre

Presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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Centros de educação tecnológica de MG e do RJ viram universidades

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Os Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) de Minas Gerais e do Rio de Janeiro foram transformados em universidades federais. É o que determina lei sancionada sem vetos na quinta-feira (24) e publicada no Diário Oficial da União desta sexta (25). As instituições passam a se chamar Universidade Federal de Ciência e Inovação de Minas Gerais e Universidade Federal de Ciência e Inovação do Rio de Janeiro.

A Lei 15.521, de 2026, já em vigor, tem origem no Projeto de Lei (PL) 4.952/2026, aprovado no Plenário no início de setembro, com relatoria do senador Camilo Santana (PT-CE). Segundo o relatório, a transformação dará às instituições autonomia universitária e permitirá ampliar atividades de pesquisa e unidades de ensino. O texto também prevê a manutenção da oferta de educação profissional técnica de nível médio.

“Ao longo das últimas décadas, ambos ampliaram significativamente sua atuação na educação superior, na pós-graduação e na pesquisa aplicada. A conversão representa medida compatível com sua evolução institucional”, afirma o relatório. O Cefet-RJ tem oito campi e o Cefet-MG, 11, segundo o texto.

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A implantação das novas universidades fica condicionada à previsão de recursos no Orçamento federal. De acordo com o relatório, a transformação não implicará aumento imediato de despesas com pessoal.

Pleito antigo

A transformação era reivindicada pelas instituições havia décadas. Os dois centros foram transformados em Cefets em 1978 e permaneceram como os únicos da categoria após a criação dos institutos federais, em 2008. As instituições oferecem educação profissional técnica e cursos de nível superior, além de atividades de pesquisa e extensão.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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