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Tarifas sobre Produtos Brasileiros Entram em Vigor nos EUA e Governo Avalia Contramedidas

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Entraram em vigor nesta segunda-feira (11) as tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos a diversos produtos brasileiros. A medida, determinada pelo presidente norte-americano Donald Trump, eleva a alíquota para até 50% sobre itens como aço, alumínio e produtos agrícolas. O impacto imediato recai sobre exportadores, que terão maior dificuldade para competir no mercado americano.

Governo brasileiro prepara resposta

O governo federal estuda um pacote de contramedidas para minimizar os efeitos econômicos das sobretaxas. Entre as possibilidades estão a ampliação de incentivos às exportações, a abertura de novos mercados e o estímulo ao consumo interno dos produtos afetados.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), técnicos também avaliam a possibilidade de recorrer a instâncias internacionais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), para contestar a medida.

Setores mais impactados e riscos à economia

Além do aço e do alumínio, setores do agronegócio – especialmente soja, carnes e milho – podem sentir os efeitos da redução de competitividade no mercado norte-americano. Economistas alertam que, sem medidas rápidas, a decisão poderá provocar queda nas exportações, pressionar estoques internos e impactar preços no mercado doméstico.

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Prazo apertado para reação

Fontes do governo indicam que o plano de contingência deve ser apresentado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o fim da semana. A expectativa é de que as ações emergenciais sejam implementadas já nos próximos dias, com foco em preservar empregos e a renda de produtores e indústrias.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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