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Suzano anuncia aumento nos preços da celulose para mercados globais a partir de setembro

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A Suzano, maior produtora mundial de celulose de eucalipto, informou que vai elevar os preços da commodity a partir de setembro para clientes de seus principais mercados internacionais. A medida acompanha a forte demanda global e segue a tendência de reestocagem observada nos últimos meses.

Reajustes por região

Na Ásia, incluindo a China, os preços terão acréscimo de US$ 20 por tonelada. Nos mercados da Europa e Estados Unidos, o aumento será maior, de US$ 80 por tonelada. Com isso, na Europa, o valor médio da celulose chegará a US$ 1.080 por tonelada.

Confirmação da empresa

A Suzano confirmou a decisão aos clientes, sem detalhar publicamente todos os valores, após ter aplicado recentemente um reajuste de US$ 20 por tonelada para clientes asiáticos com efeito imediato.

Demanda forte e reestocagem

Segundo o vice-presidente de Celulose da Suzano, Leonardo Grimaldi, as encomendas registradas em julho atingiram níveis “excepcionalmente altos”, indicando um movimento de reestocagem no mercado.

“O cenário atual favorece preços mais altos, e é possível que tendências semelhantes ocorram nos próximos meses em outras regiões além da Ásia”, afirmou Grimaldi em teleconferência com analistas sobre os resultados do segundo trimestre.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de trigo do Paraná praticamente zeram em 2025 e produção é absorvida pelo mercado interno

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As exportações de trigo do Paraná praticamente desapareceram em 2025, consolidando um movimento de forte direcionamento da produção ao mercado interno. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, o estado colheu 2,87 milhões de toneladas na última safra, mas exportou apenas 4 toneladas — volume residual destinado ao Equador em dezembro.

Desde então, não há registros de novos embarques, e a expectativa é de que não ocorram exportações relevantes até o início da próxima colheita, prevista para agosto.

Mercado interno absorve produção de trigo

O cenário atual reforça a predominância do consumo doméstico como destino do trigo paranaense. Tradicionalmente, o primeiro trimestre do ano concentra os embarques do cereal, o que indica baixa probabilidade de reversão desse quadro no curto prazo.

A retenção da produção contrasta com o comportamento observado entre 2022 e 2024, quando o estado exportou mais de 800 mil toneladas. Já no período entre 2017 e 2021, os volumes embarcados foram inferiores a 10 mil toneladas.

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Qualidade e preços definem fluxo de exportação

De acordo com o Deral, a oscilação nas exportações ao longo dos anos está diretamente relacionada à qualidade do trigo e à competitividade dos preços.

Entre 2022 e 2024, o cereal produzido no Paraná apresentou गुणवत्ता abaixo dos padrões exigidos pelos moinhos nacionais. Aliado a preços mais atrativos no mercado internacional, esse fator impulsionou as exportações.

Por outro lado, entre 2017 e 2021, a combinação de safras menores, maior proporção de trigo de qualidade superior e preços menos competitivos no cenário externo favoreceu a absorção pelo mercado interno.

Safra 2026 deve manter foco no consumo doméstico

Para a safra de 2026, a tendência é de continuidade do atual cenário, com a produção novamente destinada majoritariamente ao consumo interno. A redução da área plantada no estado é um dos fatores que reforçam essa perspectiva.

Segundo o boletim, apenas eventos climáticos adversos, como geadas ou excesso de chuvas durante a colheita — que possam comprometer a qualidade do grão —, poderiam abrir espaço para exportações mais expressivas.

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Demanda industrial sustenta retenção no estado

Outro fator determinante é o avanço da demanda por trigo para processamento industrial, especialmente no próprio Paraná. Esse movimento aumenta a capacidade de absorção da produção local e reduz a necessidade de envio ao mercado externo.

Com isso, o estado consolida um cenário de maior integração entre produção e indústria, fortalecendo a cadeia interna do trigo e reduzindo a dependência das exportações no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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