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Biotrop retoma TropCast com foco em agricultura regenerativa e inovação no agro
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A Biotrop, empresa brasileira especializada em tecnologias biológicas e naturais para a agricultura, lançou a segunda temporada do TropCast, seu podcast oficial. Com episódios quinzenais, disponíveis em áudio e vídeo no YouTube e Spotify, o programa discute inovação, produtividade, eficácia agronômica e sustentabilidade, destacando o papel dos bioinsumos no presente e no futuro do setor agrícola.
Episódio de estreia aborda protagonismo dos bioinsumos
O episódio inaugural conta com um bate-papo entre o presidente da Biotrop, Jonas Hipólito, e o CEO da consultoria Sustent+Agro, José João Gomes, com o tema “Biológicos no Brasil: de alternativa a protagonistas na agricultura”.
Segundo Hipólito, “a agricultura brasileira tem a sustentabilidade em sua essência, mas exige tecnologia para atingir os níveis de produtividade e rentabilidade esperados pelos produtores. Nosso papel é acelerar o desenvolvimento tecnológico, explorar a biodiversidade e aplicar ciência de forma prática no campo”.
Conteúdo orientado às demandas dos agricultores
Os temas do TropCast são selecionados a partir de dúvidas e demandas reais dos produtores sobre bioinsumos, abordando questões práticas que impactam diretamente a rotina no campo. Ao trazer especialistas da Biotrop e profissionais do setor, o podcast reforça o compromisso da empresa em apoiar a adoção de soluções biológicas inovadoras e de alto desempenho.
Agenda dos próximos episódios
Os próximos episódios confirmados já têm datas definidas:
- 03/09 – Como os biológicos atuam na indução de resistência das plantas
- 17/09 – Biológicos são todos iguais? Entenda como as empresas diferenciam produtos e microrganismos
- 01/10 – Posso misturar biológicos e químicos? Tudo sobre compatibilidade
Acesso aos episódios
Os episódios podem ser acessados diretamente pelos links:
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Mais terra, crédito e tecnologia para mulheres podem ampliar produção e renda no campo
Ampliar o acesso das mulheres à terra, ao crédito e à tecnologia pode aumentar a produção de alimentos e a renda no campo. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), eliminar as diferenças de produtividade e remuneração entre mulheres e homens nos sistemas agroalimentares elevaria o Produto Interno Bruto (PIB) mundial em aproximadamente 1% e reduziria em 45 milhões o número de pessoas em insegurança alimentar.
A estimativa dá dimensão econômica ao apelo feito pela ONU Mulheres nesta quinta-feira (15), Dia Internacional da Mulher Rural. A entidade cobrou de governos, bancos e empresas investimentos diretamente nas produtoras e a retirada de obstáculos que limitam sua participação nos negócios. A mobilização ocorre em 2026, declarado pelas Nações Unidas o Ano Internacional das Mulheres na Agricultura.
No Brasil, o Censo Agropecuário de 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou mulheres na direção de 18,7% dos estabelecimentos, ante 12,7% em 2006. Eram cerca de 947 mil unidades sob comando feminino.
A diferença aparece também no tamanho das áreas. Uma análise dos dados censitários feita pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o IBGE e o Ministério da Agricultura, mostrou que os estabelecimentos dirigidos por mulheres somavam aproximadamente 30 milhões de hectares, apenas 8,5% da área total. O Nordeste concentrava 57% das unidades comandadas por produtoras.
A presença feminina na gestão é maior quando se considera a administração compartilhada. Segundo o IBGE, cerca de 817 mil mulheres dividiam a direção com o cônjuge. Somadas às que apareciam como dirigentes, eram aproximadamente 1,76 milhão na condução dos estabelecimentos em 2017.
O avanço também aparece em dados recentes de trabalho. Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo, com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), apontou aumento da participação relativa feminina no agronegócio no primeiro trimestre de 2026. Isso ocorreu porque a ocupação caiu menos entre as mulheres, 0,5%, do que entre os homens, 1,2%. A pesquisa abrange toda a cadeia, incluindo indústria e serviços.
No cenário mundial, a FAO identifica uma diferença de 24% na produtividade da terra entre propriedades de mesmo tamanho conduzidas por mulheres e homens. O relatório, publicado em 2023, relaciona essa distância à discriminação e ao acesso desigual a financiamento, capacitação, tecnologia e direitos sobre a terra.
Isso significa que comparar apenas o volume colhido deixa parte do problema de fora. A disponibilidade de dinheiro para comprar insumos, de equipamentos adequados e de orientação técnica interfere no resultado da lavoura. As mulheres também acumulam com maior frequência o trabalho produtivo e os cuidados domésticos não remunerados, o que reduz o tempo disponível para formação e negócios. fao.org
A vulnerabilidade aumenta diante de secas, calor e enchentes. A FAO aponta que o acesso limitado a recursos dificulta a adaptação das famílias chefiadas por mulheres às mudanças climáticas. Investir em orientação técnica, infraestrutura e financiamento também faz parte da preparação para enfrentar perdas na produção.
recuperação de terras. A cobrança inclui proteção social e serviços que reduzam a sobrecarga de cuidados. O objetivo é permitir que a participação das mulheres na produção se traduza também em renda e poder de decisão sobre o próprio negócio.
Fonte: Pensar Agro
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