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Suplementação mineral: Guia completo para a nutrição eficiente do rebanho

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A suplementação mineral é fundamental para corrigir deficiências nutricionais na dieta do rebanho. De acordo com Mateus Elias Santinon Bertoti, consultor técnico e especialista em Nutrição Animal da Cocari, os minerais fornecidos apenas por pastagens ou silagens não atendem completamente às necessidades diárias dos animais.

“É essencial garantir que os bovinos tenham acesso aos minerais necessários para seu adequado desenvolvimento”, afirma Bertoti.

Durante o mês de agosto, os produtores podem aproveitar condições especiais na Campanha Pecuária Sou Mais Cocari, com promoções em suplementos de alta qualidade.

Composição dos suplementos minerais

Os suplementos contêm macro minerais e microminerais, cada um desempenhando funções específicas na saúde e produtividade do rebanho. Entre os macro minerais estão:

  • Cálcio: importante para ossos, dentes, coagulação sanguínea e contração muscular.
  • Fósforo: atua em conjunto com o cálcio e é essencial para processos metabólicos.
  • Potássio: mantém o equilíbrio de fluidos e a função muscular.

Os microminerais também são vitais:

  • Cobalto: necessário para a síntese da vitamina B12.
  • Ferro: componente da hemoglobina, crucial para o transporte de oxigênio.
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Outros microminerais importantes incluem zinco, cobre, manganês, selênio, iodo, flúor e molibdênio.

Estratégias para suplementação eficaz

Para garantir resultados positivos, Bertoti recomenda:

  • Disponibilidade contínua do sal mineral aos animais;
  • Cocho adequado, ajustado em altura e comprimento;
  • Formulação específica para cada categoria do rebanho (cria, recria e engorda);
  • Monitoramento do consumo, dividindo a quantidade fornecida pelo número de animais e pelo tempo de ingestão.

Ele alerta que condições climáticas e cochos inadequados podem afetar a absorção dos minerais e reforça a importância do acompanhamento profissional para adequar a dieta à necessidade de cada rebanho.

Aproveite a campanha para potencializar seu rebanho

A Campanha Pecuária Sou Mais Cocari oferece condições especiais para a aquisição de suplementos minerais de qualidade. Bertoti incentiva os produtores a solicitar avaliação do Departamento Veterinário, garantindo a suplementação correta e eficiente do rebanho.

Uma suplementação bem planejada contribui para o desenvolvimento saudável dos animais, aumenta a produtividade e protege o investimento do produtor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

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A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

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A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

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O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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