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Plenário pode votar proposta que acaba com descontos na folha do INSS

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O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar, nesta quarta-feira (3), proposta que estabelece regras para evitar fraudes na autorização de desconto em benefícios previdenciários para pagamento de mensalidades de entidades de aposentados. A sessão do Plenário está prevista para as 13h55.

À proposta principal (PL 1546/24), do deputado Murilo Galdino (Republicanos-PB), tramitam mais de 60 apensadas, a maioria apresentada após a Operação Sem Desconto. A operação foi realizada em abril deste ano, pela Polícia Federal com a Controladoria-Geral da União, para combater um esquema de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS.

Outro item em pauta é o projeto de lei que cria sistema nacional de informação sobre o desenvolvimento integral da primeira infância (PL 1533/24, do Senado). O sistema integrará bancos de dados das áreas de saúde, educação, assistência social e proteção com o objetivo de permitir o acompanhamento de políticas públicas integradas para crianças de 0 a 6 anos.

Os deputados também podem votar o PL 3899/12, da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) que institui a Política Nacional de Estímulo à Produção e ao Consumo Sustentáveis. O objetivo da medida é criar incentivos para a adoção de práticas de consumo e produção ecológica e economicamente sustentáveis.

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Também podem ser votados:

  • PLP 235/19, o Senado – que institui o Sistema Nacional de Educação (SNE), com o objetivo de alinhar, harmonizar e articular políticas, programas e ações da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios na área educacional.
  • PLP 128/22 – que define o percentual mínimo de aplicação Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) na capacitação continuada dos servidores do Sistema Penitenciário e dos policiais penais.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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