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Leila defende valorização da educação física escolar

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A senadora Leila Barros (PDT-DF) destacou, em pronunciamento nesta quarta-feira (3), a relevância dos profissionais de educação física e do esporte para a saúde e o bem-estar da população. Ela lembrou que o Senado promoveu há dois dias, atendendo a seu pedido, uma sessão especial em homenagem à categoria.

— Eles são agentes transformadores que contribuem tanto para a formação esportiva quanto para a qualidade de vida da população brasileira — declarou ela.

A parlamentar relatou debates na Comissão de Esporte (CEsp) sobre a formação esportiva dos jovens e ressaltou que a prioridade deve ser o acesso universal. Ela defendeu a presença da educação física em todas as escolas, com infraestrutura e profissionais valorizados. 

— Trata-se de formar cidadãos, de oferecer a cada criança e a cada jovem a oportunidade de viver a atividade física como um direito, como uma ferramenta de saúde, de socialização e de cidadania — disse.

Leila também citou dados que mostram a força do setor, que em 2023 teria movimentado R$ 183,4 bilhões e gerado mais de 3 milhões de empregos diretos. Mas a senadora alertou para os desafios de saúde pública.

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— Um em cada três brasileiros é obeso. Eu não quero que o jovem na escola tenha acesso à educação física para ser um atleta (…), mas nós queremos uma sociedade saudável — salientou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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