RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Genética de pastagem impulsiona produtividade da pecuária em Goiás

Publicados

AGRONEGÓCIO

A Brachiaria Mavuno, reconhecida por sua alta produtividade e valor nutricional, será apresentada no Feedlot Summit Brazil 2025, que acontece de 10 a 12 de setembro no Espaço Dois Ipês, em Goiânia (GO). O híbrido é resultado do cruzamento entre Brachiaria brizantha e Brachiaria ruziziensis e vem ganhando espaço entre produtores do Centro-Oeste.

Pecuária brasileira depende de pastagens produtivas

O Brasil possui 164 milhões de hectares de pastagens, responsáveis por sustentar 60% da produção agropecuária nacional, segundo o projeto MapBiomas. A região Centro-Oeste concentra cerca de 55 milhões de bovinos, com Goiás e Mato Grosso liderando o rebanho do país.

Apesar da relevância, a pecuária extensiva enfrenta desafios como aumento da temperatura e redução das chuvas, exigindo soluções que aumentem a produtividade sem comprometer a sustentabilidade.

Vantagens do Mavuno para o produtor

A Brachiaria Mavuno se destaca por:

  • Tolerância à seca: sistema radicular profundo que busca água e nutrientes em grandes profundidades;
  • Alto valor nutricional: proteína bruta de até 21% e produção de massa verde até 50% superior às braquiarias convencionais;
  • Palatabilidade: pasto mais atraente para o gado, melhorando o desempenho animal.
Leia Também:  Preços de fertilizantes no Brasil caem com enfraquecimento da demanda, aponta StoneX

Segundo Alex Wolf, CEO da Wolf Sementes, “soluções como o Mavuno oferecem alternativas eficientes, produtivas e sustentáveis para pecuaristas que buscam aumentar a performance das pastagens, sem abrir mão do cuidado com o solo, o ambiente e o futuro do setor”.

Goiás se destaca na Integração Lavoura-Pecuária

O estado tem se tornado referência nacional em Integração Lavoura-Pecuária (ILP), sistema que combina agricultura e pecuária, intensificando o uso da terra, recuperando áreas degradadas e aumentando a eficiência produtiva.

Nesse contexto, a Brachiaria Mavuno se mostra ideal para a sequência de soja e milho safrinha, garantindo rápida formação de pasto, produção consistente de massa mesmo em períodos de menor chuva, e palhada de alta qualidade com maior digestibilidade e proteína.

Onde conhecer o Mavuno

Produtores interessados em conhecer o híbrido e seu uso integrado ao sistema ILP poderão visitar o estande da Wolf Seeds no Feedlot Summit Brazil 2025, de 10 a 12 de setembro, em Goiânia (GO).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Mais terra, crédito e tecnologia para mulheres podem ampliar produção e renda no campo

Publicados

em

Por

Ampliar o acesso das mulheres à terra, ao crédito e à tecnologia pode aumentar a produção de alimentos e a renda no campo. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), eliminar as diferenças de produtividade e remuneração entre mulheres e homens nos sistemas agroalimentares elevaria o Produto Interno Bruto (PIB) mundial em aproximadamente 1% e reduziria em 45 milhões o número de pessoas em insegurança alimentar.

A estimativa dá dimensão econômica ao apelo feito pela ONU Mulheres nesta quinta-feira (15), Dia Internacional da Mulher Rural. A entidade cobrou de governos, bancos e empresas investimentos diretamente nas produtoras e a retirada de obstáculos que limitam sua participação nos negócios. A mobilização ocorre em 2026, declarado pelas Nações Unidas o Ano Internacional das Mulheres na Agricultura.

No Brasil, o Censo Agropecuário de 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou mulheres na direção de 18,7% dos estabelecimentos, ante 12,7% em 2006. Eram cerca de 947 mil unidades sob comando feminino.

A diferença aparece também no tamanho das áreas. Uma análise dos dados censitários feita pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o IBGE e o Ministério da Agricultura, mostrou que os estabelecimentos dirigidos por mulheres somavam aproximadamente 30 milhões de hectares, apenas 8,5% da área total. O Nordeste concentrava 57% das unidades comandadas por produtoras.

Leia Também:  Preços de fertilizantes no Brasil caem com enfraquecimento da demanda, aponta StoneX

A presença feminina na gestão é maior quando se considera a administração compartilhada. Segundo o IBGE, cerca de 817 mil mulheres dividiam a direção com o cônjuge. Somadas às que apareciam como dirigentes, eram aproximadamente 1,76 milhão na condução dos estabelecimentos em 2017.

O avanço também aparece em dados recentes de trabalho. Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo, com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), apontou aumento da participação relativa feminina no agronegócio no primeiro trimestre de 2026. Isso ocorreu porque a ocupação caiu menos entre as mulheres, 0,5%, do que entre os homens, 1,2%. A pesquisa abrange toda a cadeia, incluindo indústria e serviços.

No cenário mundial, a FAO identifica uma diferença de 24% na produtividade da terra entre propriedades de mesmo tamanho conduzidas por mulheres e homens. O relatório, publicado em 2023, relaciona essa distância à discriminação e ao acesso desigual a financiamento, capacitação, tecnologia e direitos sobre a terra.

Isso significa que comparar apenas o volume colhido deixa parte do problema de fora. A disponibilidade de dinheiro para comprar insumos, de equipamentos adequados e de orientação técnica interfere no resultado da lavoura. As mulheres também acumulam com maior frequência o trabalho produtivo e os cuidados domésticos não remunerados, o que reduz o tempo disponível para formação e negócios. fao.org

Leia Também:  Conab abre inscrições e destina até R$ 35 milhões para compra de sementes da agricultura familiar

A vulnerabilidade aumenta diante de secas, calor e enchentes. A FAO aponta que o acesso limitado a recursos dificulta a adaptação das famílias chefiadas por mulheres às mudanças climáticas. Investir em orientação técnica, infraestrutura e financiamento também faz parte da preparação para enfrentar perdas na produção.

recuperação de terras. A cobrança inclui proteção social e serviços que reduzam a sobrecarga de cuidados. O objetivo é permitir que a participação das mulheres na produção se traduza também em renda e poder de decisão sobre o próprio negócio.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA