AGRONEGÓCIO
Abates de bovinos no Brasil devem atingir recorde em 2025 antes de retração em 2026, aponta Datagro
AGRONEGÓCIO
Os abates de bovinos no Brasil devem ultrapassar 40,8 milhões de cabeças em 2025, avanço de 2,9% em relação ao ano anterior, segundo projeções divulgadas nesta quarta-feira (17) pela consultoria Datagro, durante evento realizado em São Paulo.
O resultado é impulsionado pela forte demanda internacional, que deve garantir embarques recordes no próximo ano. Parte desse crescimento está ligada ao maior abate de fêmeas, o que pode reduzir a disponibilidade de animais para os ciclos seguintes.
Exportações sustentam aumento dos abates
De acordo com o analista da Datagro, Guilherme Jank, 2025 deve registrar níveis próximos às máximas históricas. “Esse movimento é muito impulsionado pelo abate de fêmeas”, destacou.
As exportações de carne bovina devem crescer 7,7% no próximo ano em relação a 2024. Com isso, 37,1% da produção líquida brasileira terá como destino o mercado externo em 2025, ante 34,6% neste ano. Para 2026, a participação prevista sobe para 39,3%.
Queda prevista para 2026 após ciclo de crescimento
Apesar do bom desempenho projetado para 2025, a Datagro estima retração de mais de 9% nos abates em 2026, para 37,1 milhões de cabeças. O movimento deve ocorrer após o forte crescimento registrado nos últimos anos, quando os abates avançaram 16,4% entre 2023 e 2024, alcançando cerca de 39,7 milhões de animais.
Consumo interno deve recuar
Enquanto as exportações avançam, o consumo doméstico de carne bovina tende a perder espaço. A consultoria projeta queda de 3,9% no consumo em 2025 em relação a 2024, seguida de nova retração em 2026, de 9,4%.
Impactos para o setor pecuário
As previsões indicam que, mesmo diante do crescimento das exportações, o mercado interno poderá enfrentar menor disponibilidade e preços mais altos. Já para os pecuaristas, o aumento no abate de fêmeas pode comprometer a reposição futura, exigindo planejamento para equilibrar oferta, demanda e sustentabilidade da produção.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento
Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado
A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).
Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.
Regiões costeiras lideram avanço da colheita
As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.
Na sequência, aparecem:
- Planície Costeira Interna: 88,99%
- Fronteira Oeste: 88,13%
- Campanha: 83,22%
- Região Central: 76,52% (menor índice)
Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.
Ritmo lento preocupa produtores e técnicos
De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.
O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.
Levantamento final vai consolidar dados da safra
A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.
O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:
- Produtividade média
- Área efetivamente colhida
- Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado
Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.
A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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