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MPAC e Sindsempac discutem ações para promoção da saúde mental de servidores
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Comissão de Prevenção a Situações de Risco à Saúde Mental, se reuniu nesta terça-feira, 23, com a Diretoria do Sindicato dos Servidores do MPAC (Sindsempac) para tratar de ações voltadas à saúde mental dos servidores.
A reunião ocorreu no Dia Nacional de Mobilização pela Saúde Mental no Ministério Público Brasileiro, 23 de setembro, e teve como pauta a importância de ampliar o cuidado com a saúde dos trabalhadores, promover diagnósticos sobre a realidade local e fortalecer a participação do sindicato na construção das políticas institucionais.
Entre os pontos debatidos, estiveram a implementação da Política Nacional de Atenção à Saúde Mental, parcerias para ampliar o acesso a serviços, especialmente no interior, além da realização de diagnósticos sobre a saúde mental dos servidores, considerando os desafios e o preconceito ainda existentes sobre o adoecimento psíquico. Também foi apresentada a proposta de reuniões ordinárias trimestrais para otimizar os debates e encaminhamentos.
A procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais e presidente da Comissão, Rita de Cássia, destacou que a saúde mental é prioridade para a instituição e lembrou que a atual gestão reativou o Centro de Especialidades em Saúde, garantindo atendimento multiprofissional a membros e servidores, a implementação do projeto voltado ao bem-estar, saúde mental e felicidade no ambiente de trabalho ‘BeHappier’, além de criar, por meio de Ato PGJ, a Comissão de Saúde Mental.
“Neste 23 de setembro, celebramos a importância de chamar atenção para o cuidado com a saúde dos servidores e, na verdade, de todas as pessoas. A saúde mental é essencial para garantir qualidade de vida, e o Ministério Público do Estado do Acre sempre colocou como prioridade central o cuidado com as pessoas. A criação da Comissão de Prevenção em Saúde Mental reforça esse compromisso, unindo diferentes setores e representantes para implementar ações efetivas. Cuidar de quem cuida é essencial para que possamos servir à sociedade com excelência, e a contribuição do sindicato fortalece ainda mais essa política”, afirmou.
O presidente do Sindsempac, Roney Silva de Araújo, ressaltou que a mobilização busca reforçar a importância do tema no âmbito do Ministério Público brasileiro. “Trouxemos uma série de sugestões e propusemos a parceria do sindicato com a Administração Superior do MPAC. A promoção de saúde mental é um tema muito importante, muito atual e está na agenda como uma das prioridades do Ministério Público Brasileiro”, disse.
Texto: Marcelina Freire
Fotos: Clovis Pereira
Agência de Notícias do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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CNPG aprova por unanimidade cinco enunciados de grupo de Direitos Humanos presidido pelo procurador-geral do MPAC
Textos foram debatidos durante a 2ª Reunião Executiva do GNDH, em Brasília, e tratam de população em situação de rua, comunidades terapêuticas, conflitos fundiários e proteção de grupos vulneráveis
O Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG) aprovou, por unanimidade, os enunciados apresentados no eixo dos Grupos Nacionais de Direitos Humanos (GNDH) durante a 2ª Reunião Executiva, realizada nos dias 11 e 12, em Brasília. As propostas foram debatidas no âmbito do Grupo Nacional de Defesa dos Direitos Humanos em Sentido Estrito (COPEDH), presidido pelo procurador-geral de Justiça do Acre, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto.
Ao todo, o colegiado aprovou cinco enunciados do COPEDH, voltados ao fortalecimento da atuação do Ministério Público Brasileiro em áreas estratégicas da proteção dos direitos fundamentais. Os textos tratam da fiscalização de comunidades terapêuticas; da defesa da população em situação de rua; da proteção aos direitos dos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais; da mediação de conflitos fundiários; e da utilização do Formulário Rogéria em casos de violência motivada por LGBTIfobia.
Os enunciados aprovados estabelecem diretrizes institucionais para a atuação integrada dos Ministérios Públicos estaduais e da União, com foco na promoção de direitos humanos, no enfrentamento de violações e na consolidação de políticas públicas voltadas à proteção de grupos vulnerabilizados.
Na avaliação de Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, a aprovação unânime das propostas demonstra a maturidade institucional do modelo adotado pelo CNPG para a condução das discussões temáticas nacionais.
“O formato estruturado por grupos nacionais fortalece o debate técnico, aproxima as unidades ministeriais e amplia a participação da base dos Ministérios Públicos na construção das diretrizes institucionais. Isso facilita o encaminhamento das demandas e assegura maior legitimidade às deliberações aprovadas”, afirmou.
O procurador-geral de Justiça do MP acreano também destacou que o modelo implantado pelo presidente do CNPG, Pedro Maia Souza Marques, representa um avanço na organização das pautas estratégicas do Ministério Público brasileiro.
“Trata-se de uma medida moderna e eficiente, que valoriza o diálogo institucional e permite que os temas sejam discutidos de forma aprofundada pelos grupos especializados. A maior demonstração de acerto desse modelo é justamente a aprovação unânime dos enunciados durante esta 2ª Reunião Executiva”, declarou Oswaldo D’Albuquerque.

Entre os enunciados aprovados, o primeiro estabelece a necessidade de fiscalização contínua das comunidades terapêuticas acolhedoras, com o objetivo de coibir internações ilegais, práticas degradantes e violações de direitos humanos. O segundo trata da implementação das diretrizes da ADPF 976 e da proteção das pessoas em situação de rua, com atuação estruturante do Ministério Público na fiscalização de políticas públicas.
O terceiro enunciado reforça a atuação ministerial na tutela dos direitos dos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, reconhecendo a importância da autoidentificação e do diálogo intercultural permanente. O quarto propõe o fortalecimento da mediação e da solução pacífica de conflitos fundiários coletivos, urbanos e rurais, com foco na proteção do direito à moradia digna e ao acesso à terra.
Já o quinto enunciado reconhece o Formulário Rogéria como instrumento indispensável à análise de risco de LGBTIfobia, estabelecendo diretrizes para sua utilização em investigações, medidas protetivas e ações de enfrentamento à discriminação.

A 2ª Reunião Executiva dos Grupos Nacionais do CNPG reuniu representantes dos Ministérios Públicos de todo o país para discutir estratégias institucionais relacionadas aos direitos humanos, segurança pública, cidadania e proteção de grupos socialmente vulneráveis.
Texto: Chico Araújo
Fotos: Humberto Filho/CNPG
Fonte: Ministério Publico – AC
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