POLÍTICA NACIONAL
Rollemberg defende união entre Poderes e sociedade para incentivar a bioeconomia; ouça
POLÍTICA NACIONAL
A Frente Parlamentar Mista pela Inovação na Bioeconomia está promovendo uma série de debates com o governo e a sociedade civil para contribuir na construção do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bieconomia.
O plano está em consulta pública, na plataforma Brasil Participativo, do governo federal, até 4 de outubro.
Em entrevista à Rádio Câmara, o deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) disse que a ideia é integrar a discussão do plano ao debate da Política Nacional de Bieconomia (PLP 150/22), atualmente em análise na Câmara.
“A ideia é que esse relatório seja construído em sintonia com o Plano Nacional de Bioeconomia. A deputada Socorro Neri (PP-AC) [relatora do PLP 150/22 na Comissão de Desenvolvimento Regional] foi muito receptiva”, disse o deputado.
“A gente pode elaborar uma boa Política Nacional de Bioeconomia como política de Estado e não como política de governo,” acrescentou.
Da Rádio Câmara
Edição – ND
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Izalci critica acordo para salvar BRB e cobra apuração de prejuízos
Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (9), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o acordo para salvar o BRB (Banco de Brasília) e afirmou que os custos da operação serão transferidos à população do Distrito Federal. De acordo com o senador, o Governo do Distrito Federal assumirá obrigações financeiras por até 15 anos para fazer frente aos prejuízos decorrentes de investimentos realizados pela instituição na tentativa de compra do Banco Master, barrada pelo Banco Central.
Segundo Izalci, o acordo prevê um aporte de R$ 8,8 bilhões no banco, valor que, segundo seus cálculos, é incompatível com o patrimônio atual do BRB. O senador também afirmou que ainda existem incertezas sobre a recuperação de parte dos ativos envolvidos na operação e questionou a falta de acesso a relatórios de auditoria produzidos para analisar as operações do banco.
— Estamos investindo R$ 8 bilhões num patrimônio que hoje vale R$ 3 bilhões. Isso sem considerar, ou considerando, que realmente os R$ 8 bilhões vão resolver o problema, e não vão, vão simplesmente pagar o prejuízo dessa roubalheira toda que foi feita — declarou.
O senador também criticou a utilização de recursos públicos para viabilizar o acordo e afirmou que o comprometimento de receitas futuras poderá impactar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública no Distrito Federal. Na avaliação de Izalci, a destinação de recursos para cobrir os prejuízos poderá restringir a capacidade do governo local de ampliar gastos e investimentos nessas áreas nos próximos anos.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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