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Expoacre Juruá aquece a economia de Cruzeiro do Sul e impulsiona rede hoteleira e setor gastronômico antes da abertura da feira

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Com a proximidade da Expoacre Juruá, Cruzeiro do Sul já registra reflexos positivos na economia local. Realizada pelo governo do Acre e parceiros, a feira movimenta diversos setores antes mesmo da abertura oficial, impulsionando o comércio e fortalecendo áreas como hotelaria e gastronomia. Com a expectativa de receber milhares de visitantes durante os dias de programação, hotéis, pousadas e restaurantes observam aumento na procura por serviços e intensificam os preparativos para atender à demanda gerada pelo maior evento de negócios, entretenimento e agronegócio do Vale do Juruá, ampliando oportunidades para empreendedores e trabalhadores da região.

Evento estimula o comércio, os serviços e a geração de oportunidades no Vale do Juruá. Foto: Marcos Santos/Secom

Isso já é refletido diretamente na rede hoteleira de Cruzeiro do Sul. Com expectativa de receber milhares de visitantes durante os seis dias de programação, hotéis e pousadas do município registram alta ocupação e crescimento na procura por hospedagem, especialmente por parte de expositores, empresários, turistas e servidores públicos que participarão da feira.

Expoacre Juruá será realizada entre os dias 30 de junho e 5 de julho. Foto: Marcos Santos/Secom

Para a sócia-proprietária e administradora dos hotéis Juruá e Bahia, Sulamita Oliveira, a Expoacre Juruá é um dos principais eventos responsáveis pelo aquecimento da economia local e pelo fortalecimento do setor hoteleiro, impulsionando a ocupação dos empreendimentos e atraindo visitantes de diversas regiões do país.

Hotel Juruá, localizado em Cruzeiro do Sul, está entre os empreendimentos que já registram ocupação máxima para o período da Expoacre Juruá 2026. Foto: Edson Fernandes/Secom

“A Expoacre Juruá movimenta não apenas o comércio, mas também toda a rede hoteleira. A cada ano o evento atrai mais visitantes, expositores e empresários, fortalecendo a economia local e gerando oportunidades para diversos segmentos”, destacou.

“Há muitos anos já vem acontecendo a Expoacre Juruá, e é muito bom, pois movimenta todo o comércio e também a rede hoteleira”, destacou Sulamita. Foto: Edson Fernandes/Secom

Segundo a empresária, as reservas para o período da feira foram preenchidas ainda nos primeiros meses do ano. Atualmente, os dois empreendimentos operam com 100% de ocupação para os dias do evento.

Entre os hotéis que já atingiram a capacidade máxima de hospedagem para o período da Expoacre Juruá está o Hotel Bahia, em Cruzeiro do Sul. Foto: cedida

“Desde abril já não temos mais vagas disponíveis. Muitas pessoas ainda entram em contato em busca de hospedagem, mas quem participa da feira costuma se programar com antecedência e garantir a reserva meses antes”, explicou.

Com a ampliação de um anexo para reforçar a capacidade de atendimento, o Hotel Juruá conta com estacionamento próprio e estrutura adequada. Foto: Edson Fernandes/ Secom

Mesmo diante dos desafios logísticos enfrentados pela região, Sulamita ressalta que a Expoacre Juruá continua atraindo visitantes de diferentes estados brasileiros.

“Recebemos pessoas de Rondônia, Mato Grosso e de outras regiões do país que vêm para expor produtos, realizar negócios e participar da programação da feira”, afirmou.

Marcos Oliveira e Sulamita Oliveira, sócios-proprietários e administradores dos hotéis Bahia e Juruá, destacam o aumento da procura por hospedagem em Cruzeiro do Sul. Foto: Edson Fernandes/ Secom

Outro empreendimento bastante procurado no período da feira é o Hotel Apuí, que também já registra ocupação máxima em razão da alta demanda por hospedagem gerada pela feira.

Procura por hospedagem durante a Expoacre Juruá já lotou os apartamentos do Hotel Apuí. Foto: Edson Fernandes/Secom

O gerente do Hotel Apuí, Marcelo Castro, destaca que a procura por hospedagem para o período da Expoacre Juruá começou ainda em março e resultou em ocupação máxima dos apartamentos. Segundo ele, a feira representa um dos períodos de maior movimentação para o setor hoteleiro, impulsionando a economia e atraindo visitantes de diversas regiões do país.

Com alta movimentação, Cruzeiro do Sul já sente os impactos positivos da Expoacre Juruá 2026. Foto: Edson Fernandes/Secom

“Atualmente, não há mais vagas disponíveis. Esse cenário demonstra a importância do evento para o setor hoteleiro e para a economia local, atraindo visitantes, expositores, empresários e profissionais de diversas regiões do país. Como já vivenciamos essa movimentação em edições anteriores, o hotel se organiza com antecedência para atender a demanda, mantendo equipes preparadas e toda a estrutura necessária para receber os hóspedes com conforto e qualidade”.

Gerente do Hotel Apuí, Marcelo Castro, ressalta o impacto positivo da Expoacre Juruá para o setor hoteleiro de Cruzeiro do Sul. Foto: Edson Fernandes/Secom

Economia gastronômica

Além de impulsionar a economia e fortalecer diferentes setores produtivos do Vale do Juruá, a Expoacre Juruá se consolida como uma importante vitrine da gastronomia regional. Paralelamente às atividades do agronegócio, a feira reúne uma ampla variedade de pratos e sabores típicos da região, valorizando empreendedores locais e a culinária acreana.

Além de fortalecer o agronegócio e os negócios locais, a Expoacre Juruá valoriza a culinária regional, transformando a praça de alimentação em um dos espaços mais visitados do evento. Foto: cedida

No setor gastronômico, empresários também se preparam para o aumento do fluxo de consumidores. Estabelecimentos de alimentação investem na ampliação dos espaços, reforço das equipes e lançamento de novos pratos para atender moradores e turistas.

Restaurante Padoka é um dos estabelecimentos que apostam na Expoacre Juruá como oportunidade para ampliar negócios, atrair novos clientes e fortalecer a gastronomia regional. Foto: cedida

“A Expoacre Juruá é um evento muito importante para o setor gastronômico, porque movimenta a cidade, fortalece os restaurantes e contribui diretamente para a economia local. Nesse período, ampliamos as vendas, geramos oportunidades de emprego e ajudamos a impulsionar  a atividade econômica do município”, destacou.

Janety Oliveira, proprietária do Restaurante Padoka, destaca a importância da Expoacre Juruá para o fortalecimento do setor gastronômico e para a geração de oportunidades de negócios no Vale do Juruá. Foto: Edson Fernandes/ Secom

Segundo a empresária, a expectativa para a edição de 2026 é positiva, com perspectiva de superar os resultados alcançados no ano passado, impulsionados pela programação e pelas atrações previstas para a feira.

Participando da Expoacre Juruá desde a primeira edição, Janety afirma que acompanhou de perto o crescimento do evento e os impactos gerados para os empreendedores locais. Para este ano, o Restaurante Padoka prepara novidades e um cardápio voltado à valorização da culinária regional.

Variedade de iguarias doces e salgadas atrai os paladares de turistas e de moradores das demais regionais do Acre, gerando negócios satisfatórios. Foto: Pedro Devani/Secom

“Estamos preparando um cardápio com foco nos sabores da nossa terra, oferecendo aos visitantes uma experiência diferenciada. A Expoacre Juruá também é uma grande vitrine para os empreendedores, pois amplia a visibilidade dos negócios e permite que pessoas de diferentes regiões conheçam nosso trabalho e nossos produtos”, ressaltou.

Com a expectativa de receber milhares de visitantes, a Expoacre Juruá segue impulsionando diversos segmentos da economia regional. Além de fortalecer o agronegócio e estimular novos negócios, a feira movimenta setores como hotelaria, gastronomia, comércio e serviços, consolidando-se como um dos principais eventos de geração de renda, oportunidades e desenvolvimento para o Vale do Juruá.

Fonte: Governo AC

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Educação promove podcast ‘Educar para Proteger’ para debater violência sexual contra crianças e adolescentes

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Gestores e educadores de todo o Acre puderam acompanhar na tarde desta terça-feira, 9, o podcast ‘Educar para Proteger’, promovido pela Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), com o objetivo de debater com agentes da educação a violência sexual contra crianças e adolescentes e conscientizar sobre o tema.

A ação, realizada por meio do Departamento de Formação e Assistência Educacional (Defae) e da Divisão de Educação em Direitos Humanos e Diversidade (DIEDHD), é importante, pois orienta e conduz os agentes de educação para a proteção integral das crianças e adolescentes, entendendo o que é e como identificar a violência.

Assessora pedagógica da SEE, Soraya do Nascimento Alves, conta que em 2025, no Acre, de acordo com a Polícia Civil, foram registrados 1.379 casos de crimes contra crianças e adolescentes. Foto: cedida

Mediadora da conversa, Soraya do Nascimento Alves, assessora pedagógica da SEE e responsável pela pasta de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, diz que orientar educadores e gestores é importante, pois a escola, como um ambiente em que os jovens passam mais tempo, é passível de identificar a violência sofrida.

“É importante entender a escola também como um local de identificação e prevenção da violência, é onde as crianças passam a maior parte de seu tempo e podem ter um local seguro para falar sobre o que acontece”, pontuou.

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O evento conta com a participação dos educadores Alcione Groff, professora da Universidade Federal do Acre (Ufac) e doutora em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR); do professor Igo Barreto, pedagogo e doutor em Educação; e Sirlene Cavalcante, psicóloga e assessora pedagógica da SEE, especialista em Políticas Públicas para Infância e Adolescência.

A professora Alcione Groff explica que abusadores, de acordo com estudos, geralmente são pessoas próximas da criança ou do adolescente.

“Abusadores são pessoas comuns, que percebem as fragilidades e fraquezas de uma criança. Por isso, quando falamos sobre educação sexual, isto é, que o corpo dela é íntimo, e que ninguém pode tocar, já é o suficiente”, disse.

Professora da Ufac, Alcione Groff, explicou que as crianças e adolescentes também precisam entender como a violência sexual ocorre, para que seja prevenida e combatida. Foto: cedida

“Uma criança com essas informações já alardeia quando um estranho quer tocá-la, sabe que é errado. Temos dados claros de que os abusadores dessas crianças e adolescentes são pessoas que estão próximas e que deveriam protegê-las”, complementou Groff.

O pedagogo Igo Barreto, explica que o debate da violência sexual contra esse grupo é importante, pois permite identificar situações.

“Discutir esse tema é mais do que necessário. Precisamos usar todos os espaços e meios para combater esse tipo de violência, e falar aqui, no meio digital, sobre esse assunto pode conscientizar e alertar mais pessoas para criar um ambiente de acolhimento e de amparo para crianças, uma rede de proteção”, afirmou.

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Igo Barreto explica que a escola deve espaço de ensino e de convivência democrática, modelo de relação social pautado no diálogo e respeito à diversidade. Foto: cedida

Psicóloga e assessora pedagógica da SEE, Sirlene Cavalcante explica que crianças e adolescentes devem ter um ambiente acolhedor e agregador dentro da escola.

“Crianças e adolescentes não conseguem falar sobre a violência que sofreram dentro de casa, onde, uma parte dos casos, foram vítimas desses abusos, então a escola surge como um ambiente seguro para falar de questões que acontecem no ambiente familiar”, declarou.

Psicóloga Sirlene Cavalcante explicou que a escola deve ser um ambiente de acolhimento. Foto: cedida

Os gestores conversaram, ainda, sobre as formas de acolher os relatos espontâneos, principalmente com crianças, e como dar prosseguimento a esses relatos nos canais de denúncia.

O marco legal que orientou as discussões está a Lei da Escuta Qualificada, Lei n° 13.431/2017, que estabelece a garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência.

Fonte: Governo AC

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