RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

AMAGGI inaugura novo corredor hidroviário em Roraima para escoamento de soja

Publicados

AGRONEGÓCIO

A AMAGGI iniciou o primeiro embarque em seu novo corredor hidroviário em Caracaraí, Roraima. A carga de soja partiu da Estação de Transbordo de Cargas (ETC) com destino ao terminal portuário da empresa em Itacoatiara, no Amazonas. A operação marca um avanço logístico sustentável, reduzindo a dependência do transporte rodoviário para o escoamento de grãos no Estado.

A autorização para operação imediata foi concedida pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) na quinta-feira (9), permitindo o carregamento do primeiro comboio. A construção da ETC representou investimentos de cerca de R$ 100 milhões.

Redução de custos e impacto ambiental

O novo corredor hidroviário tem potencial para reduzir em 74% o transporte rodoviário de grãos no trecho, utilizando balsas com capacidade equivalente a 40 caminhões, ou cerca de 2 mil toneladas de soja. Além de eficiente em larga escala, o transporte hidroviário é reconhecido por seu menor impacto ambiental em comparação ao transporte por estradas.

Atualmente, os grãos em Roraima seguem de caminhão até Manaus, em um trajeto de aproximadamente 763 km. Com a nova rota, eles percorrerão cerca de 155 km por estrada até Caracaraí e, em seguida, 905 km via fluvial pelos rios Branco e Amazonas até Itacoatiara, onde a AMAGGI já possui terminal próprio.

Leia Também:  Milho mantém queda em janeiro com colheita de verão, estoques altos e crédito restrito pressionando preços
AMAGGI fortalece posição no transporte hidroviário do agronegócio

A AMAGGI é uma das principais operadoras de transporte hidroviário do agronegócio brasileiro, com corredores fluviais estratégicos, como o Rio Madeira e o Rio Amazonas, que escoam grãos de Porto Velho (RO) até Itacoatiara (AM) e Manaus (AM). A companhia também utiliza a hidrovia Tapajós-Amazonas para o transporte de grãos oriundos do Norte de Mato Grosso.

O novo corredor em Roraima amplia a capacidade logística da empresa e reforça seu compromisso com soluções mais sustentáveis e eficientes para o escoamento da produção agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

Publicados

em

Por

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

Leia Também:  Milho mantém queda em janeiro com colheita de verão, estoques altos e crédito restrito pressionando preços

Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

Leia Também:  Programa Soja Legal reforça conformidade no campo e capacitação de produtores em Mato Grosso

Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA