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Preços do açúcar recuperam-se moderadamente em outubro, enquanto exportações apresentam queda no valor médio

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A quarta semana de outubro foi marcada por uma recuperação moderada nos preços do açúcar em Nova York. O contrato Março/26, no entanto, não conseguiu sustentar ganhos significativos até o fim da semana. Segundo Maurício Muruci, consultor da Safras & Mercado, a expectativa de um superávit internacional elevado — estimado em 114% — tem desestimulado a atuação de fundos especulativos e investidores internacionais, limitando a valorização.

Demanda do mercado físico impulsiona preços

No mercado doméstico, Muruci aponta que as indústrias processadoras retomaram compras após meses de baixa movimentação, provocando alta nos preços locais, mesmo diante da retração observada em Nova York. A proximidade das festas de fim de ano, que elevam a demanda por produtos industrializados, contribuiu para o aumento dos valores e das vendas.

Etanol mantém tendência de valorização

O mercado físico de etanol também seguiu em alta durante a última semana de outubro, acompanhando o comportamento observado ao longo do mês. A redução gradual na produção desde agosto, com a finalização da safra 2025/26, combinada a estoques historicamente baixos, tem sustentado os preços elevados. Segundo Muruci, embora a demanda seja afetada por preços mais altos e menor competitividade, o efeito é neutralizado pela oferta restrita, mantendo os valores firmes.

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Exportações brasileiras: volume cresce, mas receita diária cai

De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 3,201 milhões de toneladas de açúcar em outubro, gerando uma receita total de US$ 1,276 bilhão e preço médio de US$ 398,7 por tonelada. O volume médio diário exportado foi de 177,854 mil toneladas em 18 dias úteis, enquanto a receita diária média alcançou US$ 70,906 milhões.

Na comparação com outubro de 2024, observa-se queda de 12% na receita diária média e de 16,1% no preço médio, apesar do volume diário ter avançado 4,9%, indicando maior quantidade embarcada a preços menores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de grãos deve crescer 11,9% na safra 2024/25 e atingir novo recorde no Brasil

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Safra brasileira de grãos caminha para novo recorde histórico

A produção brasileira de grãos na safra 2024/25 deve alcançar um novo recorde, com crescimento estimado em 11,9% em relação ao ciclo anterior. De acordo com dados da Conab, o volume total deve atingir patamar histórico, impulsionado principalmente pela recuperação da produtividade e pela expansão da área cultivada.

O resultado reflete condições climáticas mais favoráveis em comparação à safra passada, além de investimentos em tecnologia e manejo por parte dos produtores.

Expansão da área plantada contribui para aumento da produção

A área total destinada ao cultivo de grãos também apresenta crescimento, reforçando o potencial produtivo do país.

Esse avanço é puxado principalmente por culturas estratégicas, como:

  • Soja
  • Milho
  • Algodão

A ampliação da área, aliada a ganhos de produtividade, sustenta a expectativa de uma safra robusta e com forte impacto no abastecimento interno e nas exportações.

Soja lidera produção nacional e mantém protagonismo

A soja segue como principal cultura do país, com participação significativa no volume total produzido.

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A expectativa é de recuperação na produtividade, após desafios climáticos enfrentados no ciclo anterior. Esse desempenho reforça o papel do Brasil como um dos maiores produtores e exportadores globais da commodity.

Milho apresenta recuperação e reforça oferta interna

A produção de milho também deve crescer na safra 2024/25, impulsionada pelo bom desenvolvimento da segunda safra (safrinha).

A combinação de clima mais favorável e maior área plantada contribui para elevar a oferta do cereal, que é fundamental tanto para o mercado interno quanto para exportação.

Algodão e outras culturas também registram avanço

Além de soja e milho, outras culturas importantes, como o algodão, também apresentam perspectiva de crescimento.

O avanço dessas cadeias produtivas amplia a diversificação da produção agrícola brasileira e fortalece a posição do país no comércio internacional.

Condições climáticas favorecem desenvolvimento das lavouras

O clima tem sido um fator decisivo para o bom desempenho da safra atual. Em comparação ao ciclo anterior, marcado por irregularidades climáticas, a safra 2024/25 apresenta maior regularidade nas chuvas e melhores condições para o desenvolvimento das culturas.

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Esse cenário contribui diretamente para o aumento da produtividade média das lavouras.

Impactos positivos para o mercado interno e exportações

O crescimento da produção deve gerar efeitos relevantes em toda a cadeia do agronegócio:

  • Maior disponibilidade de produtos no mercado interno
  • Potencial de redução de preços em alguns segmentos
  • Aumento das exportações
  • Fortalecimento da balança comercial

Com maior oferta, o Brasil tende a consolidar ainda mais sua posição como um dos principais fornecedores globais de alimentos.

Perspectivas: safra robusta reforça protagonismo do agronegócio

A expectativa de uma produção recorde reforça o papel estratégico do agronegócio na economia brasileira.

Com ganhos de produtividade, expansão de área e clima favorável, o setor segue como um dos principais motores de crescimento do país, com impactos positivos sobre renda, emprego e comércio exterior.

A consolidação desses resultados ao longo da safra dependerá da manutenção das condições climáticas e do cenário de mercado nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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