RIO BRANCO
Search
Close this search box.

POLÍTICA NACIONAL

Câmara homenageia artistas que se destacam por meio do humor; assista

Publicados

POLÍTICA NACIONAL

O Prêmio Paulo Gustavo, concedido pela Câmara dos Deputados, foi entregue na quarta-feira (26) a cinco personalidades que fazem do humor ferramenta de valorização da cultura brasileira.

Os agraciados desta edição foram:

  • o grupo Anjos do Picadeiro;
  • o educador Matheus Buente;
  • a atriz, humorista e roteirista Lívia La Gatto;
  • a artista e cientista Mari Kruger; e
  • o ator, roteirista, escritor e comediante Gregório Duvivier. 

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que propôs a criação do prêmio em memória do legado do ator, morto em decorrência da Covid-19, em 2021, destacou a importância do humor para a sociedade.

“O Paulo Gustavo sempre dizia: ‘Rir é um ato de resistência’. O humor é coisa séria, e esse prêmio não só homenageia o Paulo, mas também dá relevância a essa arte que transforma vidas a partir do riso”, disse. 

Um dos agraciados neste ano, Gregório Duvivier afirmou que a comédia é a mais popular das artes.  “Então, nada faz mais sentido do que ela ocupar a Casa do povo.”

Como é feita a escolha
A escolha dos agraciados é feita, por voto secreto, pelo Conselho Deliberativo do prêmio, composto pela 2ª secretária da Câmara dos Deputados e pelos membros da Comissão de Cultura.

Leia Também:  Comissão debate concurso público do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia

Os vencedores recebem um diploma de menção honrosa, em solenidade na Câmara dos Deputados.

Da TV Câmara
Edição – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Governo veta integralmente projeto de incentivo ao primeiro emprego

Publicados

em

Por

O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, vetou integralmente o projeto de lei que flexibiliza regras para a entrada no mercado de trabalho de jovens com idades entre 18 e 29 anos que nunca tiveram carteira assinada. O Programa Contrato de Primeiro Emprego, objeto do PL 5.228/2019, previa redução da alíquota do FGTS e da contribuição à Previdência como incentivos para as empresas contratarem pessoas sem experiência.

O governo argumenta que o projeto, aprovado em maio pelo Congresso Nacional, contraria a Constituição e o interesse público. A mensagem presidencial de veto 542, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (18), sustenta que o texto fere a Constituição ao instituir modalidade diferenciada de contrato trabalhista com diminuição de garantias laborais, o que constitui “afronta aos princípios da isonomia, da igualdade material e da vedação ao retrocesso social”. Além disso, a redução da alíquota do FGTS imporia aos trabalhadores “padrão protetivo inferior ao dos demais celetistas” e comprometeria o equilíbrio financeiro da Previdência Social. 

O Congresso decidirá, em sessão conjunta, se mantém ou derruba o veto.

Leia Também:  Especialistas e governo defendem precificação dinâmica em debate na Câmara

O autor da proposta é o senador Irajá (PSD-TO). Depois de aprovado pelos senadores e alterado na Câmara dos Deputados, o texto definitivo teve a aprovação do Plenário do Senado em 27 de maio, com relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Na ocasião, Irajá declarou que a aprovação de seu projeto representaria “uma conquista para 10 milhões de jovens brasileiros”. Segundo ele, a proposta criaria “um novo ambiente de estímulo para a contratação de jovens sem experiência profissional”.

O projeto também tem sido chamado de Lei Bruno Covas, em homenagem ao ex-prefeito de São Paulo que morreu em 2021.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA