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Farmers Edge lança Corvian e transforma divisão de tecnologia em marca global independente

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A Farmers Edge Inc. anunciou uma mudança estratégica em sua estrutura corporativa com o lançamento da Corvian, nova marca global de tecnologia voltada à transformação digital e habilitação tecnológica corporativa. A iniciativa marca uma evolução significativa no posicionamento da empresa e consolida sua divisão de “Managed Services” como uma unidade independente e com foco empresarial.

Corvian nasce com foco em execução digital e transformação corporativa

Com identidade própria, a Corvian surge para atender as maiores organizações dos setores agrícola, alimentício, energético e financeiro, oferecendo soluções que combinam tecnologia, dados e consultoria de alto nível.

“A Corvian marca uma mudança decisiva em nossa evolução. Ela fornece a estrutura e a capacidade de execução em nível corporativo para apoiar as organizações mais complexas do mundo”, afirmou Vibhore Arora, CEO da Corvian. “Estamos prontos para liderar a próxima era da transformação digital na agricultura e nas cadeias de suprimentos globais.”

Três pilares estratégicos sustentam a nova divisão

A Corvian atuará com foco em três áreas principais:

  • Consultoria e Outsourcing de Talentos — desenvolvimento de programas, gestão de talentos técnicos e execução operacional;
  • White-Labeling e Licenciamento de Soluções Digitais — fornecimento de tecnologias em sustentabilidade e agronomia para implantação corporativa;
  • Customização de Projetos — criação de soluções digitais sob medida para grandes empresas.

A nova marca nasce apoiada em uma infraestrutura tecnológica sólida: 36 patentes em AgTech, 40,5 milhões de hectares de dados processados e 3,3 milhões de hectares digitalizados em programas de carbono na América do Norte. Essa base técnica permite integrar sistemas agrícolas e executar programas digitais em larga escala, com resultados verificados em campo.

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Farmers Edge mantém operação tradicional e expande atuação global

Enquanto a Corvian assume a liderança da divisão corporativa, o negócio voltado ao produtor rural continuará operando sob o nome Farmers Edge Inc..

A Farmers Edge Labs também seguirá como marca independente, especializada em análises de solo, inteligência agronômica e dados de campo, mantendo todos os serviços em funcionamento sem alterações.

Solução para os desafios da digitalização no agronegócio

A criação da Corvian responde aos principais gargalos enfrentados pelas empresas do setor agrícola e de cadeias de suprimentos — segmentos historicamente marcados por processos manuais, sistemas legados e infraestrutura obsoleta.

Segundo a companhia, mesmo CEOs e CTOs comprometidos com a inovação encontram obstáculos como dados fragmentados, alto custo de digitalização e falta de capacidade técnica interna.

A Corvian surge, portanto, como parceira de transformação digital ponta a ponta, oferecendo inteligência operacional e execução em nível empresarial. Entre os principais desafios que a nova marca pretende solucionar estão:

  • Fragmentação tecnológica e falta de integração entre sistemas;
  • Custo elevado e lentidão na transformação digital;
  • Crescentes demandas por produtividade e eficiência;
  • Aumento do risco para seguradoras, instituições financeiras e parceiros da cadeia de suprimentos;
  • Regras mais rígidas de sustentabilidade e conformidade;
  • Falhas na governança e verificação de dados em campo;
  • Falta de parceiros com expertise técnica e setorial.

“O diferencial agora é saber executar com dados”, afirma vice-presidente da Corvian

Para Amit Pradhan, vice-presidente de Estratégia da Corvian, a transformação digital do agronegócio depende menos do acesso à informação e mais da capacidade de transformar dados em ação.

“Em toda a cadeia de valor — de CPGs e indústrias de agroquímicos a tradings e seguradoras — o diferencial não é mais ter dados, mas conseguir executar com eles”, afirmou Pradhan. “As empresas buscam velocidade, confiabilidade e integração sem atritos. A Corvian nasce para transformar estratégia em impacto real e mensurável.”

Farmers Edge se consolida como habilitadora tecnológica global

Com o lançamento da Corvian, a Farmers Edge reforça sua posição como uma das poucas empresas com habilitação tecnológica ponta a ponta na agricultura.

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A nova marca permitirá que corporações construam, implantem e escalem programas digitais complexos com o suporte de um parceiro que entende tanto o campo quanto a realidade corporativa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Vendas de máquinas agrícolas e industriais caem em 2026 e acendem alerta no setor, aponta Abimaq

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A indústria brasileira de máquinas e equipamentos iniciou 2026 sob pressão. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram retração nas vendas em março e no acumulado do primeiro trimestre, refletindo um ambiente de demanda mais fraca e maior concorrência com produtos importados.

O faturamento do setor somou R$ 23,8 bilhões em março, queda de 3,4% na comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do trimestre, a receita líquida alcançou R$ 61,7 bilhões, recuo expressivo de 11% frente aos três primeiros meses do ano anterior.

Mercado interno recua e importações avançam

O desempenho negativo foi puxado principalmente pela queda nas vendas no mercado doméstico. A receita líquida interna recuou 0,9% em março e acumulou queda de 12,6% no trimestre, evidenciando a perda de ritmo da demanda nacional.

Em contrapartida, as importações de máquinas e equipamentos cresceram de forma significativa, avançando 21,4% em março e 4,2% no acumulado do trimestre. O aumento reforça a competitividade dos produtos estrangeiros no mercado brasileiro e pressiona ainda mais a indústria local.

Exportações mostram resiliência, mas com sinais de desaceleração

No mercado externo, o desempenho foi mais estável. As exportações somaram US$ 1,03 bilhão em março, praticamente estáveis na comparação anual. No acumulado do trimestre, houve crescimento de 7,5%, atingindo US$ 2,9 bilhões.

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Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações brasileiras do setor. As vendas para o país totalizaram US$ 709 milhões no trimestre, acima dos US$ 631 milhões registrados no mesmo período de 2025.

No entanto, na comparação com o quarto trimestre do ano passado, houve retração de 10,5% nas exportações para o mercado norte-americano. O recuo foi puxado por quedas em segmentos relevantes, como máquinas agrícolas (-32%), componentes (-16%) e equipamentos para logística e construção civil (-13,5%).

Com isso, a participação dos Estados Unidos nas exportações do setor ficou em 24,3% no primeiro trimestre, abaixo do pico de 29,3% registrado em 2023, embora ligeiramente acima dos 23,3% observados em 2025.

Capacidade instalada sobe, mas pedidos indicam fraqueza

A utilização da capacidade instalada da indústria atingiu 79,9% em março, acima dos 77,6% registrados no mesmo mês de 2025, indicando melhora operacional.

Por outro lado, a carteira de pedidos, importante indicador de demanda futura, apresenta sinais de enfraquecimento. Em março, houve leve alta frente a fevereiro, com 9 semanas de pedidos, mas ainda assim queda de 1,5% na comparação anual.

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No acumulado do trimestre, a retração foi de 5,2%, reforçando a perspectiva de um ano mais desafiador para o setor.

Perspectivas para 2026

Segundo a Abimaq, o comportamento da carteira de pedidos indica que a indústria deve enfrentar um período de receitas mais fracas ao longo de 2026. A combinação de demanda interna desaquecida, avanço das importações e incertezas no mercado externo compõe um cenário de cautela.

Para o agronegócio, o desempenho do setor de máquinas é um termômetro importante, já que reflete diretamente o nível de investimento no campo. A evolução desse mercado será decisiva para medir o ritmo de modernização e expansão da produção agrícola nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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