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Reflorestar inaugura módulos de irrigação 100% mecanizados e moderniza silvicultura no Brasil

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Primeiros módulos mecanizados transformam irrigação de mudas

No município de Água Clara (MS), a Reflorestar Soluções Florestais iniciou a operação do primeiro módulo nacional com irrigadores mecanizados Bizmaq, marcando o fim das práticas manuais e semimecanizadas históricas na irrigação de mudas de eucalipto.

O projeto foi desenvolvido em parceria com a Suzano, com foco em maior agilidade operacional, produtividade e segurança para os colaboradores. Agora, os profissionais atuam em cabines climatizadas, controlando eletronicamente a distribuição de água, garantindo uniformidade e conforto.

“O equipamento entrega qualidade e assertividade na quantidade de água aplicada por planta, além de transformar a experiência do colaborador, antes exposto ao sol e calor intensos”, explica Paulo Gustavo Souza, gerente de Silvicultura da Reflorestar.

Precisão e eficiência operacional

A Reflorestar adquiriu cinco irrigadores mecanizados Bizmaq: três destinados a Mato Grosso do Sul e dois a São Paulo. Cada tanque possui capacidade de 10 mil litros, permitindo padronização rigorosa da lâmina d’água por muda.

Segundo Gregory Barbosa, consultor de produto da Bizmaq, a mecanização reduz desperdícios e elimina variações na dosagem, comuns em sistemas semimecanizados, onde a quantidade aplicada podia variar entre 3 e 7 litros por planta.

“A mecanização garante a mesma quantidade de água para todas as mudas, com total padronização operacional. Esse é um ganho expressivo em eficiência”, afirma Barbosa.

Adaptação ao clima e solo de cada região

A irrigação das mudas é etapa inicial e pontual, com frequência ajustada conforme o clima e tipo de solo. No Mato Grosso do Sul, regiões mais quentes exigem três a cinco irrigações consecutivas, enquanto em Lençóis Paulista (SP), de clima mais ameno, a média é de duas irrigações.

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A operação da Reflorestar marca o primeiro módulo operacional do país com esses equipamentos, consolidando a empresa como pioneira na silvicultura totalmente mecanizada.

“Outras unidades fizeram apenas testes. A Suzano, junto com a Reflorestar, está inovando ao adotar uma silvicultura 100% mecanizada”, destaca Gregory Barbosa.

Reflorestar lidera a nova geração da silvicultura

Especialista em implementos agroflorestais, a Bizmaq acompanha empresas que impulsionam a modernização do campo. A Reflorestar, que atua na silvicultura há cerca de dois anos, se destaca pela rapidez na expansão da mecanização, adotando operações plenas e integradas, fugindo do modelo manual tradicional.

“A empresa pulou etapas e se tornou um case de sucesso na prestação de serviços florestais mecanizados”, analisa Gregory Barbosa.

Tecnologia, segurança e sustentabilidade

A inauguração do módulo mecanizado reforça o compromisso da Reflorestar com um modelo operacional moderno, seguro e sustentável, que combina tecnologia e cuidado com as pessoas.

A mecanização eleva ergonomia, padroniza a qualidade operacional, reduz riscos e variabilidades, aumenta eficiência e precisão, e contribui para uma silvicultura de alta performance.

Com mais de duas décadas de atuação, a Reflorestar consolida sua posição como parceira estratégica em soluções mecanizadas, investindo continuamente em inovação, inteligência operacional e evolução humana, pilares que sustentam o futuro florestal responsável.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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