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Santa Catarina inaugura colheita do maracujá com participação da Termotécnica e foco em embalagens especiais

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Abertura oficial da colheita do maracujá em SC

A abertura oficial da colheita do maracujá em Santa Catarina ocorrerá no dia 17 de dezembro, das 8h30 às 13h, na Propriedade Zizo e Filho, localizada na Vila São José, em São João do Sul. O estado é o terceiro maior produtor de maracujá do Brasil, e a safra 2024/2025 registrou um crescimento de 26,2%, movimentando R$ 135 milhões. Para a safra 2025/2026, a expectativa é de novos avanços na produção e na qualidade dos frutos.

Termotécnica apresenta embalagens DaColheita

A Termotécnica, líder em embalagens de EPS (isopor*), estará presente no evento com a linha DaColheita, utilizada no transporte e acondicionamento de frutas, legumes e verduras. A empresa também realiza estudos para desenvolver soluções específicas para o maracujá, atendendo ao mercado em expansão.

Thiago Hess, gerente de Marketing da Termotécnica, afirma:

“As embalagens DaColheita têm papel importante na conservação, manutenção do shelf-life e redução de perdas na cadeia. Queremos estender a atuação no mercado do maracujá, agregando valor à produção e transporte da fruta.”

Crescimento da safra catarinense

Segundo levantamento da Epagri, a produção catarinense de maracujá em 2024/2025 foi de 56,8 mil toneladas, ante 45 mil toneladas na safra anterior. A produtividade média dos pomares chegou a 28,4 toneladas por hectare, superior às 22,5 t/ha da safra anterior.

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O preço médio pago ao produtor variou entre R$ 2,30 e R$ 2,50 por quilo, envolvendo atualmente cerca de mil famílias em mais de 2 mil hectares, concentradas no Sul do estado, que representa 90% da área plantada.

Principais municípios produtores e programação do evento

Os principais municípios produtores são São João do Sul, Sombrio, Santa Rosa do Sul, Balneário Gaivota, Araranguá, Jacinto Machado, Praia Grande e Passo de Torres, com São João do Sul recebendo este ano o evento oficial.

A programação inclui:

  • Recepção e café de boas-vindas;
  • Visitação aos expositores;
  • Palestra sobre o mercado do maracujá;
  • Ato oficial de abertura da colheita;
  • Almoço comemorativo.
Perspectivas para a safra 2025/2026

Produtores estão otimistas quanto à qualidade dos frutos e ao crescimento da produção, fortalecendo a importância do maracujá catarinense no mercado nacional e abrindo oportunidades para tecnologias de conservação e transporte, como as embalagens DaColheita da Termotécnica.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño eleva risco climático na Bacia do Paraná e acende alerta para produtores rurais e seguro agrícola

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A possibilidade de retorno do fenômeno El Niño ao longo de 2026 aumenta o nível de incerteza climática para produtores rurais da Bacia Hidrográfica do Paraná, uma das regiões mais importantes para o agronegócio brasileiro. O cenário acende alerta para riscos de seca, excesso de chuvas e impactos diretos na produtividade agrícola e no mercado de seguro rural.

Um estudo desenvolvido pelo IRB(Re), por meio da área de pesquisa e desenvolvimento IRB(P&D), analisou a relação entre fases do fenômeno climático e a ocorrência de eventos extremos, além dos efeitos sobre indicadores de sinistralidade do seguro rural.

A área estudada envolve estados estratégicos como São Paulo e Paraná, que concentram parte relevante da produção nacional de grãos, especialmente soja, milho e outras culturas essenciais para o agronegócio.

NOAA aponta alta probabilidade de formação do El Niño em 2026

De acordo com projeção da NOAA divulgada em maio, há 82% de probabilidade de desenvolvimento do El Niño entre maio e julho, com possibilidade de avanço para 96% até dezembro de 2026.

O cenário indica um curto período de neutralidade climática, seguido por transição para o fenômeno ao longo de 2026, com possibilidade de manutenção até o fim do ano.

O El Niño ocorre quando há aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, alterando padrões de circulação atmosférica e influenciando regimes de chuva em diversas regiões do planeta, incluindo o Brasil.

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Agricultura e seguro rural são diretamente impactados por variações climáticas

Segundo o estudo, as variações climáticas provocadas por fenômenos como El Niño e La Niña afetam diretamente a disponibilidade hídrica, a produtividade agrícola e o nível de perdas no seguro rural.

A proposta do IRB(P&D) é integrar indicadores climáticos globais, sinais regionais de seca e métricas de sinistralidade do seguro agrícola, permitindo uma leitura mais ampla dos riscos.

“O objetivo é conectar sinais climáticos de grande escala aos impactos observados no território e no mercado segurador”, explica Reinaldo Marques, superintendente atuarial do IRB(Re) e responsável pelo IRB(P&D).

A metodologia também pode auxiliar na melhoria de estratégias de subscrição, monitoramento de carteiras e gestão de riscos no setor de seguros rurais.

Bacia do Paraná concentra forte relevância econômica e agrícola

A Bacia Hidrográfica do Paraná reúne áreas de alta relevância para o agronegócio brasileiro, com forte presença de produção agrícola e importância econômica e energética.

Somente nos estados de São Paulo e Paraná, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) ultrapassou R$ 1,3 trilhão em 2023, com grande parte desse resultado oriunda de municípios inseridos na bacia.

Como a atividade agrícola da região depende fortemente da regularidade das chuvas, períodos de déficit hídrico durante fases críticas das culturas podem resultar em perdas de produtividade e impactos econômicos significativos.

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Impactos do El Niño variam entre regiões do Brasil

O estudo aponta que os efeitos do El Niño não são uniformes no território nacional e variam conforme a região.

No Norte e em parte do Nordeste, o fenômeno tende a aumentar o risco de redução de chuvas, estiagens prolongadas e estresse hídrico nas lavouras. Já no Sul do Brasil, o padrão mais comum está associado ao aumento de precipitações e maior probabilidade de eventos extremos, incluindo cheias.

Apesar disso, o IRB(P&D) reforça que a relação entre El Niño e impactos climáticos não é linear e deve ser analisada com base em recortes regionais.

“O sinal existe, é monitorável e deve ser considerado na avaliação de risco, mas não determina sozinho o que ocorrerá em cada região ou atividade produtiva”, destaca Reinaldo Marques.

Monitoramento climático é chave para reduzir riscos no campo

Diante do aumento da probabilidade do fenômeno, especialistas reforçam a importância do monitoramento climático contínuo e da adoção de estratégias de gestão de risco no agronegócio.

Embora o El Niño possa indicar tendências, sua intensidade e efeitos variam significativamente, exigindo cautela nas interpretações e planejamento regionalizado por parte de produtores, seguradoras e agentes do setor agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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