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TJAC antecipa Natal de crianças abrigadas no Educandário Santa Margarida
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Iniciativa marcou o encerramento de mais uma edição do projeto Colo de Amor; houve brincadeiras, almoço especial e entrega de brinquedos
O Papai Noel chegou mais cedo para as crianças abrigadas no Educandário Santa Margarida, em Rio Branco. A visita ocorreu neste sábado, 20, e levou alegria e espírito natalino ao espaço de acolhimento. A ação foi promovida pela Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinj) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC).
A iniciativa marcou o encerramento de mais uma edição do projeto Colo de Amor, que visa proporcionar afago, conforto e momentos de felicidade a meninas e meninos em situação de vulnerabilidade. Ao longo do ano, a equipe da Coinj se manteve constantemente presente na instituição, com atividades voltadas ao lazer e à convivência.

Desta vez, não foi diferente. As crianças participaram de brincadeiras, aproveitaram o pula-pula e o escorregador inflável, além de um almoço especial. O ponto alto foi a visita do Papai Noel, que distribuiu presentes e brinquedos doados pelo Judiciário acreano.
A vice-presidente e coordenadora da Coinj, desembargadora Regina Ferrari, destacou o intuito do projeto. Segundo ela, o amor e o carinho são elementos fundamentais para o desenvolvimento saudável das crianças. Mesmo afastadas do convívio familiar, elas precisam de atenção, afeto e proteção.
A magistrada também ressaltou o significado do Natal. Para ela, a data convida à reflexão sobre a paz e à construção de um mundo melhor, especialmente para as crianças, que necessitam de um ambiente pautado pela alegria, harmonia, esperança e justiça.
Durante a visita, houve uma breve reunião com a equipe do Educandário, na qual se discutiu projetos futuros do Judiciário acreano para facilitar o acolhimento de crianças abrigadas. Entre eles, estão a atuação de profissionais da área da saúde, como médicos e enfermeiros, e a criação de um novo espaço de acolhimento na capital.







De acordo com o juiz da 2ª Vara da Infância e Juventude de Rio Branco, Jorge Luiz, esse diálogo interinstitucional tem como objetivo, “tornar a estrutura ainda melhor, não só dentro do Educandário, mas dos outros abrigos”.
Ele ainda enfatizou o caráter humano e social do projeto. “Não acontece só no Natal. A gente é convidado a vir, disponibilizar um pouco do nosso tempo e entregar aquilo que, por mais dedicação que exista no exercício da função, só o ser humano pode oferecer: amor, carinho e atenção”.
Para coordenadora-geral do Santa Margarida, Edinilse Dantas, a parceira com a Justiça vai além do acompanhamento processual e alcança o cuidado direto com as crianças. “Não acolhemos números, acolhemos pessoas, cada uma com suas especificidades. É um trabalho pautado pela equidade. O Judiciário tem prestado um serviço atencioso, zeloso e diligente”, afirmou.
Participaram da ação a presidente da Associação de Magistrados do Acre (Asmac), juíza Olívia Ribeiro; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC), Rodrigo Aiache; servidoras e servidores do Poder Judiciário, além de colaboradoras e colaboradores do Educandário.




Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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Lançamento de aplicativo marca a transformação digital da Escola do Poder Judiciário
Avisos, matrículas, materiais didáticos e certificados são algumas das funções facilitadas pelo App da Esjud
A Escola do Poder Judiciário (Esjud) realizou uma programação especial dedicada à inovação e tecnologia. Nesta sexta-feira, 2, ocorreu o lançamento do seu aplicativo móvel, que já pode ser acessado para download. “A Esjud inteira na palma da sua mão” – disponível para Android e IOS.
Com uma interface intuitiva e navegação fluida, a ferramenta concentra os principais serviços da Esjud: Acesso ao ambiente virtual de aprendizagem, inscrição em cursos, consulta e download de certificados, emissão de certidão, registro de certificados externos, notícias, avisos, notificações administrativas e lembretes das atividades.

App da Esjud
Na abertura do evento, o desembargador Luís Camolez, diretor da Esjud, reforçou a missão do órgão de ensino: “A escola é onde aprendemos, debatemos e progredimos. Fico feliz de estarmos com o auditório cheio, e, além disso, ter servidores conectados por videoconferência, pois é assim que esse propósito se completa”.
Após o pronunciamento, o lançamento do App da Esjud foi materializado pela adesão dos bottons de divulgação. Posteriormente, foram disponibilizados os QR Codes nos telões do auditório, os quais possibilitaram que o público baixasse e conhecesse as funcionalidades do novo canal de comunicação e serviços.




Em seguida, o servidor da Esjud Allan Almeida contextualizou o fluxo comunicacional entre alunos e formadores, por meio do site, e-mail, WhatsApp, AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) e sistema de certificados. “Tudo isso está sendo modernizado pelo aplicativo. É importante enfatizar que o aplicativo tem uma integração completa, não é um banco de links que te direciona para um site. Está tudo funcional”, arrematou.
Portanto, o aplicativo garante mais agilidade, transparência e autonomia para alunos, formadores e servidores no acesso às informações da instituição. Também estavam presentes na solenidade as juízas e juiz auxiliares da Presidência Louise Santana, Zenice Cardozo e Giordane Dourado, bem como as magistradas Evelin Bueno, Shirlei Hage, e os magistrados Robson Aleixo, Clovis Lodi e Marlon Machado, além de secretários e servidores da instituição.



Não é sobre usar IA. É sobre pensar diferente
A programação seguiu com a palestra “Não é sobre usar IA. É sobre pensar diferente”. O juiz Johnny Clemes concatenou assuntos e atualidades de forma dinâmica, falou desde a escrita bico de pena, aos processos, riscos até o Elon Musk. O objetivo não era conhecer prompts, mas sim refletir sobre como a Inteligência Artificial (IA) tem mudado as ferramentas de trabalho.
Durante sua apresentação, o magistrado ponderou que a IA não revela apenas o que uma máquina consegue fazer, mas sim o que ainda está sendo realizado de forma manual. A partir disso, edificou um paralelo temporal com as seguintes anteposições sobre procedimentos laborais: procurar x analisar; comparar x supervisionar; resumir x decidir; conferir x criar; organizar x interpretar; redigir x cuidar.
“Estamos preparados? Temos tecnologia e precisamos de condutas. Estamos em um momento de transformação, em que refletimos o porquê das atividades serem realizadas de certa forma. Com os novos recursos, devemos pensar: O que preciso aprender agora? Quais novas habilidades são necessárias? E o que você fará com o tempo que a IA devolver para você?”, concluiu o palestrante.




Certificação da Residência em Tecnologia da Informação.
A entrega de certificados celebrou o encerramento da Residência em Tecnologia da Informação. Ao todo, foram 12 concludentes da formação realizada pela Esjud, em parceria com o Instituto Metrópole Digital da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).










Fotos: Wellington Vidal* estagiário sob supervisão/ Secom
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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