RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Consórcio Massey Ferguson cresce 35% em 2025 e amplia participação nas vendas de máquinas agrícolas

Publicados

AGRONEGÓCIO

O Consórcio Nacional Massey Ferguson encerrou 2025 com um crescimento de 35%, consolidando-se como uma das principais ferramentas de planejamento financeiro para produtores rurais que desejam adquirir máquinas agrícolas de forma programada.

Atualmente, 15% das máquinas vendidas pela Massey Ferguson — marca reconhecida no mercado nacional por sua tradição e tecnologia — são adquiridas por meio dessa modalidade. O consórcio está disponível para todas as linhas de produtos da marca, incluindo tratores, colheitadeiras, pulverizadores, plantadeiras, plataformas e implementos.

Alternativa segura e acessível para produtores de diferentes perfis

Com parcelas acessíveis, prazos de até 142 meses e sem cobrança de juros, o consórcio da Massey Ferguson tem atraído agricultores de todos os portes. A taxa de administração competitiva e a flexibilidade para planejar a compra conforme o ciclo produtivo tornam o modelo especialmente vantajoso em períodos de incerteza econômica.

Entre os principais participantes estão produtores de grãos, fruticultores, pecuaristas, fumicultores, produtores de leite e prestadores de serviços agrícolas, que buscam manter suas operações modernizadas e financeiramente equilibradas.

Leia Também:  ABPA celebra reabertura do mercado chinês e elogia atuação do governo na retomada das exportações de frango

A modalidade é realizada em parceria direta com a fábrica e a rede de concessionárias, o que garante segurança e praticidade ao produtor na aquisição do equipamento no momento mais estratégico.

Setor de consórcios cresce e mantém projeção otimista para 2026

De acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o setor de veículos pesados — que inclui máquinas agrícolas — registrou em 2025 alta de 7,4% nas contemplações e crescimento de 15,2% no volume de créditos disponibilizados.

Para 2026, a ABAC prevê estabilidade com viés de alta, cenário que também é compartilhado pela Massey Ferguson, que projeta expansão de 16% no número de consorciados no próximo ano.

Consórcio se consolida como ferramenta de planejamento no campo

O gerente nacional de Vendas do Consórcio Nacional Massey Ferguson, Flávio Vincensi, destaca que o produtor rural está cada vez mais consciente da importância de planejar seus investimentos.

“O consórcio tem se mostrado uma ferramenta eficiente para organizar o planejamento financeiro e garantir que a compra ocorra no momento mais adequado às condições do produtor”, ressalta Vincensi.

Com o bom desempenho de 2025 e as perspectivas positivas para 2026, o Consórcio Massey Ferguson reforça sua posição como um dos principais instrumentos de acesso a máquinas agrícolas no país, combinando previsibilidade financeira e modernização do campo.

Leia Também:  Porto de Santos atinge recorde histórico com mais de 17 milhões de toneladas movimentadas em julho

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Vendas de máquinas agrícolas e industriais caem em 2026 e acendem alerta no setor, aponta Abimaq

Publicados

em

Por

A indústria brasileira de máquinas e equipamentos iniciou 2026 sob pressão. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram retração nas vendas em março e no acumulado do primeiro trimestre, refletindo um ambiente de demanda mais fraca e maior concorrência com produtos importados.

O faturamento do setor somou R$ 23,8 bilhões em março, queda de 3,4% na comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do trimestre, a receita líquida alcançou R$ 61,7 bilhões, recuo expressivo de 11% frente aos três primeiros meses do ano anterior.

Mercado interno recua e importações avançam

O desempenho negativo foi puxado principalmente pela queda nas vendas no mercado doméstico. A receita líquida interna recuou 0,9% em março e acumulou queda de 12,6% no trimestre, evidenciando a perda de ritmo da demanda nacional.

Em contrapartida, as importações de máquinas e equipamentos cresceram de forma significativa, avançando 21,4% em março e 4,2% no acumulado do trimestre. O aumento reforça a competitividade dos produtos estrangeiros no mercado brasileiro e pressiona ainda mais a indústria local.

Exportações mostram resiliência, mas com sinais de desaceleração

No mercado externo, o desempenho foi mais estável. As exportações somaram US$ 1,03 bilhão em março, praticamente estáveis na comparação anual. No acumulado do trimestre, houve crescimento de 7,5%, atingindo US$ 2,9 bilhões.

Leia Também:  Porto de Santos atinge recorde histórico com mais de 17 milhões de toneladas movimentadas em julho

Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações brasileiras do setor. As vendas para o país totalizaram US$ 709 milhões no trimestre, acima dos US$ 631 milhões registrados no mesmo período de 2025.

No entanto, na comparação com o quarto trimestre do ano passado, houve retração de 10,5% nas exportações para o mercado norte-americano. O recuo foi puxado por quedas em segmentos relevantes, como máquinas agrícolas (-32%), componentes (-16%) e equipamentos para logística e construção civil (-13,5%).

Com isso, a participação dos Estados Unidos nas exportações do setor ficou em 24,3% no primeiro trimestre, abaixo do pico de 29,3% registrado em 2023, embora ligeiramente acima dos 23,3% observados em 2025.

Capacidade instalada sobe, mas pedidos indicam fraqueza

A utilização da capacidade instalada da indústria atingiu 79,9% em março, acima dos 77,6% registrados no mesmo mês de 2025, indicando melhora operacional.

Por outro lado, a carteira de pedidos, importante indicador de demanda futura, apresenta sinais de enfraquecimento. Em março, houve leve alta frente a fevereiro, com 9 semanas de pedidos, mas ainda assim queda de 1,5% na comparação anual.

Leia Também:  MBRF registra volume histórico e maior EBITDA do ano no 3T2025 e inicia captura de sinergias da fusão

No acumulado do trimestre, a retração foi de 5,2%, reforçando a perspectiva de um ano mais desafiador para o setor.

Perspectivas para 2026

Segundo a Abimaq, o comportamento da carteira de pedidos indica que a indústria deve enfrentar um período de receitas mais fracas ao longo de 2026. A combinação de demanda interna desaquecida, avanço das importações e incertezas no mercado externo compõe um cenário de cautela.

Para o agronegócio, o desempenho do setor de máquinas é um termômetro importante, já que reflete diretamente o nível de investimento no campo. A evolução desse mercado será decisiva para medir o ritmo de modernização e expansão da produção agrícola nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA