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Safratec 2026 Reúne Inovações e Negócios do Agronegócio Paranaense entre 5 e 7 de Fevereiro

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Entre os principais encontros voltados à inovação e ao desenvolvimento do agronegócio no Paraná, o Safratec – Encontro de Soluções em Agronegócios, promovido pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial, já tem data confirmada para 2026.

O evento acontece nos dias 5, 6 e 7 de fevereiro (quinta, sexta e sábado), na Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) da Cocamar, localizada em Floresta, região de Maringá (PR), às margens da rodovia PR-317, sentido Campo Mourão.

36ª Edição Destaca Tecnologias e Soluções Sustentáveis

Em sua 36ª edição, o Safratec consolida-se como uma das principais vitrines tecnológicas do setor agro no estado, reunindo produtores rurais, empresas e especialistas do agronegócio.

A programação inclui demonstrações de campo, palestras técnicas e áreas de negócios que apresentarão soluções inovadoras para aumentar a produtividade e a sustentabilidade nas propriedades rurais.

Áreas de Negócios e Demonstrações de Alta Tecnologia

Os visitantes terão acesso a uma ampla variedade de setores e marcas ligadas à Cocamar, entre elas:

  • Fertilizantes Viridian
  • Sementes Cocamar
  • Soluções em irrigação e energia solar
  • Balcão de negócios e serviços técnicos
  • Drones agrícolas e maquinários John Deere, com demonstrações tecnológicas em campo
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Essas atrações reforçam o compromisso da cooperativa com a difusão de conhecimento técnico e o uso responsável de tecnologias no campo.

Parcerias e Expectativa de Público

Com a presença de dezenas de empresas parceiras que apresentarão novos produtos, equipamentos e serviços, o Safratec 2026 promete superar as expectativas de edições anteriores.

A organização espera receber cerca de 7 mil visitantes durante os três dias de evento, fortalecendo o intercâmbio de ideias e a geração de negócios no agronegócio paranaense.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Vazio sanitário da soja impulsiona planejamento da safra 2026/27 e fortalece culturas de segunda safra em Mato Grosso

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O vazio sanitário da soja em Mato Grosso vai muito além da prevenção contra a ferrugem asiática. Embora o plantio da oleaginosa esteja proibido entre 8 de junho e 6 de setembro, as propriedades rurais seguem em plena atividade, com foco no desenvolvimento das culturas de segunda safra e na preparação da temporada 2026/27.

Durante esse período, produtores investem em manejos estratégicos que influenciam diretamente os resultados da próxima safra de soja. Milho, algodão, sorgo, gergelim e milheto permanecem em campo exigindo monitoramento constante, tratos culturais e planejamento técnico.

Além de contribuir para a diversificação da produção, essas culturas desempenham papel fundamental na rentabilidade das fazendas e na sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Manejo durante o vazio sanitário é decisivo para a próxima safra

O vazio sanitário tem como principal objetivo interromper o ciclo da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais agressivas da cultura da soja. Durante a vigência da medida, é obrigatória a eliminação de plantas vivas de soja em lavouras, áreas de armazenamento, margens de rodovias e demais locais onde possam surgir plantas voluntárias.

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Segundo especialistas, a adoção correta dessas práticas reduz a pressão da doença na safra seguinte e contribui para a eficiência do manejo fitossanitário.

Ao mesmo tempo, o período é aproveitado pelos produtores para fortalecer a estrutura produtiva das áreas agrícolas. O milho consorciado com braquiária, por exemplo, favorece a formação de palhada, melhora as condições físicas do solo, aumenta a retenção de umidade e contribui para a conservação dos recursos naturais.

Culturas de segunda safra ganham protagonismo

De acordo com o gerente Técnico e de Serviços da Fiagril, Talis Melo, a ausência da soja no campo não significa redução das atividades nas fazendas.

“Hoje não temos soja no campo, até porque o plantio é proibido durante o vazio sanitário. Mas isso não significa que a atividade para. O milho de segunda safra tem participação fundamental na rentabilidade do produtor. Além dele, culturas como algodão, sorgo, gergelim e milheto seguem em desenvolvimento e exigem manejo constante”, destaca.

O especialista ressalta que as decisões tomadas neste período refletem diretamente no potencial produtivo da próxima safra.

“Os manejos realizados agora no milho, no algodão, no sorgo, no gergelim e em outras culturas refletem diretamente na safra de soja 2026/27. Este é um momento de planejamento e preparação, em que o produtor trabalha para construir os resultados que deseja alcançar na próxima temporada”, afirma.

Preparação começa meses antes do plantio

Além do controle das plantas voluntárias de soja, os produtores aproveitam o vazio sanitário para realizar ajustes de fertilidade, manejo de plantas daninhas, definição de cultivares, planejamento de insumos e estratégias de cobertura do solo.

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Essas ações ajudam a criar condições mais favoráveis para o estabelecimento da lavoura de soja quando a janela de plantio for reaberta, aumentando as chances de produtividade e rentabilidade.

Dessa forma, o vazio sanitário se consolida não apenas como uma ferramenta de defesa sanitária, mas também como uma etapa estratégica para a construção de uma safra mais eficiente, sustentável e competitiva no agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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