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Eduardo Ribeiro critica decisão judicial que determinou retirada de outdoors de Alan Rick e anuncia recurso ao TRE

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Durante a sessão ordinária desta quarta-feira (17), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Eduardo Ribeiro (Republicanos) manifestou insatisfação com a decisão liminar da Justiça Eleitoral que determinou a retirada, no prazo de 24 horas, dos outdoors do senador Alan Rick (Republicanos). Segundo o parlamentar, as peças tinham caráter informativo e tratavam da divulgação das ações desenvolvidas pelo mandato do senador.

Eduardo Ribeiro afirmou que a decisão causou estranheza, uma vez que, segundo ele, outros agentes públicos e parlamentares também utilizam outdoors para prestar contas de suas atividades. “Os outdoors do senador Alan Rick falavam do trabalho legislativo. Nós, parlamentares, temos também o dever de prestar contas dos nossos mandatos, e a legislação eleitoral permite esse tipo de divulgação dentro dos prazos estabelecidos”, declarou.

O deputado ressaltou que a medida será questionada na Justiça Eleitoral por meio de recurso e disse confiar no julgamento do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC). “É óbvio que toda decisão judicial é passível de recurso. Os Republicanos irão recorrer e esperamos que a questão seja apreciada pelo pleno do Tribunal Regional Eleitoral, no qual temos plena confiança”, afirmou.

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Eduardo Ribeiro também questionou o fato de a determinação ter alcançado apenas o senador Alan Rick, levantando dúvidas sobre a aplicação da medida em relação a outros casos semelhantes. “Fica uma pergunta no ar: por que somente com o senador Alan Rick, considerando que ainda estamos em um período em que é permitida a divulgação do trabalho parlamentar? ”, indagou.

Ainda eu seu discurso, o parlamentar comemorou a criação da comissão externa de representação que irá acompanhar as investigações sobre o desabamento da ponte em Sena Madureira. Ele destacou a importância da comissão, ressaltando que a iniciativa representa o papel fiscalizador do Poder Legislativo e contribuirá para levar esclarecimentos à sociedade acreana. Segundo ele, a adesão de 13 deputados à proposta demonstra a união da Casa em torno da apuração dos fatos.

“É nosso dever de fiscalização. Fica muito bom quando vemos a Assembleia se movimentando para trazer os esclarecimentos que são devidos à população. Essa comissão terá muito trabalho pela frente”, afirmou.

Eduardo Ribeiro ressaltou que o grupo acompanhará as ações do Ministério Público e do Tribunal de Contas, além de analisar os projetos relacionados à obra, as alterações realizadas e a aplicação dos recursos investidos. “Precisamos entender os projetos apresentados, por que eles foram modificados e onde foram aplicados os R$ 45 milhões. Há muitas questões que precisam ser esclarecidas e essa comissão estará à disposição da sociedade para contribuir com esse processo”, disse.

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Texto: Micléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Sérgio Vale

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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Manoel Moraes chama atenção para circulação de informações durante período eleitoral

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Durante sessão na Aleac, deputado afirmou que eleitores devem analisar informações e destacou que as atividades dos Poderes continuam após o pleito

Em pronunciamento na sessão desta terça-feira (22), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Manoel Moraes (União Progressista), líder do governo, abordou a proximidade das eleições e fez considerações sobre a circulação de informações durante o período eleitoral.

Ao comentar a chegada do dia 4 de outubro, o parlamentar afirmou que o período eleitoral costuma ser marcado por uma intensificação de manifestações e debates públicos. Segundo ele, é necessário que os eleitores avaliem as informações antes de formar suas opiniões.

“Tem muito eleitor falando um monte de coisa, falando um monte de besteira aí. E tanta gente falando besteira aqui no Acre. Eu só fico triste de saber”, declarou.

Manoel Moraes também afirmou que, independentemente do resultado das eleições, as instituições e os agentes públicos continuarão exercendo suas atividades. “Depois do dia 4, a vida continua. Nós vamos continuar trabalhando, os deputados, o Judiciário, o governo, todo mundo trabalhando”, disse.

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O deputado progressista criticou ainda a disseminação de informações que, segundo sua avaliação, seriam falsas ou produzidas de forma deliberada no ambiente digital. Ao tratar do assunto, fez referência às chamadas “milícias digitais” e defendeu a responsabilização de quem utilizar ferramentas digitais para disseminar conteúdos que possam configurar irregularidades.

Ainda em seu pronunciamento, Moraes também se dirigiu ao deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), fazendo um alerta sobre a necessidade de verificar a procedência das informações utilizadas nos debates políticos.

“Então, amigo Edvaldo, tome cuidado com essas informações. Não busque informações como certas coisas que não são certas, coisas que são criadas e fabricadas lá no meio das milícias digitais que nós temos aqui no Acre e no Brasil”, afirmou.

O parlamentar reforçou a importância da análise dos fatos pelos eleitores e declarou que o período eleitoral não representa o encerramento das atividades institucionais. “E o mundo não vai se acabar dia 4 não”, concluiu.

No grande expediente, o deputado disse que as dificuldades relacionadas ao transporte e à alimentação escolar, precisam ser analisadas considerando as condições de infraestrutura do Estado. Segundo ele, a rede atende cerca de 600 escolas e mais de 100 mil estudantes, incluindo localidades de difícil acesso, o que, em sua avaliação, torna complexa a manutenção do transporte terrestre e fluvial.

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O parlamentar também mencionou dificuldades no abastecimento de alimentos e defendeu que os problemas sejam discutidos e solucionados de forma conjunta. “Estamos para discutir o transporte escolar, estamos para discutir a merenda. Agora, dizer que em qualquer município do Acre saia às 9 horas para comprar carne, vê se você acha carne para comprar proteína. Então nós temos que ter cuidado com o que fala. Às vezes não é por uma administração. É muita gente, é um Estado pobre, é um Estado difícil, é muita chuva”, afirmou.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: João Henrique

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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